Turismo Consciente na
Costa da Mata Atlântica
(Baixada Santista)
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terça-feira, 6 de março de 2012

ABC da Mesa - Disposição correta dos talheres, louças e copos para um jantar formal

A edição deste bimestre da revista Casa e Comida trouxe uma matéria muito bacana sobre como arrumar uma linda mesa de jantar. A consultora Vanda Mazza, professora do Senac São Paulo e especialista em decoração de mesa, deu dicas valiosas sobre a disposição correta dos talheres, louças e copos para um jantar formal.


 ..:: Para não errar ::..

- Cada talher tem uma função durante a refeição. Garfos ficam à esquerda; facas e colher de sopa, à direita. Sempre iniciar de fora para dentro. Para a sobremesa, utilize os talheres à frente do prato.

- As taças ficam à direita e são pelo menos duas: uma para água e uma para outra bebida. Certas mesas trazem quatro tipos de taças: a maior para água e as demais para vinho tinto, branco e espumante. A de vinho branco é sempre menor do que a do tinto.

- Na mesa formal, o guardanapo fica à esquerda ou, se não houver espaço, em cima do prato.

- Quem começa a refeição é sempre o anfitrião. Na dúvida, dê uma espiadinha no comportamento dele e siga.

A reportagem de Adriano Lira, com foto de Iara Venanzi, está na edição 15 (fevereiro e março) de Casa e Comida, já nas bancas. Para outros detalhes, clique aqui.

Recomendo a leitura da revista para quem curte receber bem, saber sobre as tendências de decoração de mesas e ambientes. Casa e Comida também traz ótimas matérias sobre organização de festas temáticas e receitas famosas em restaurantes badalados. Adoro colecionar e consultar.

Fonte..:: Casa de Casado

(receitas culinária, turismo)

Manual de Construção e Manutenção de Trilhas - Manual Manejo de Trilhas


(ecoturismo)

 
 

Como Fazer uma Vassoura de Garrafas PET passo a passo

Hoje trazemos mais uma idéia para reutilizar as garrafas PET.

Materiais Necessários:

  • 18 garrafas de refrigerante de plástico PET de 2 litros
  • cabo de vassoura
  • tesoura
  • estilete
  • furador
  • arame
  • martelo
  • pregos

Como Fazer:

 


1) Retire o rótulo da garrafa

2) Retire o fundo cortando com estilete

3) Faça cortes até na parte arredondada da garrafa, como mostrado na figura

4) A garrafa deverá ficar com várias tirinhas de cerca de 0,5 cm de comprimento

 

 

5) Retire o gargalo com uma tesoura

6) Faça 17 peças sem o gargalo e deixe somente uma com o gargalo

7) Encaixe todas as peças sem o gargalo sobre a peça com o gargalo

8) Está formada a base da vassoura

 

 

9) Corte a parte superior de outra garrafa e encaixe por cima da base que você acabou de montar

 

10) Encaixe com cuidado para não soltar as outras peças

11) Faça 2 furos

12) Encaixe o arame para amarrar a vassoura


 13) Puxe o arame até o outro lado e amarre as pontas bem firmemente com a ajuda de um alicate

14) Encaixe a vassoura em um cabo

15) Bata um prego para fixar

16) Está pronta a vassoura!

Fonte..::  Recicloteca / Revista Artesanato

Outras idéias de reaproveitamento Garrafa PET






(recicle suas idéias)

R9 Turismo - Ecoturismo na Mata Atlântica - Brasil


Roteiros de Ecoturismo na Baixada Santista

(ecoturismo)


Energia Eólica: Brasil lidera mercado na América Latina

O Brasil ocupa a liderança do mercado de energia eólica na América Latina, segundo apontaram os números apresentados no Comitê Latino-Americano do Conselho Global de Energia Eólica (GWEC) durante encontro realizado no México. O país foi responsável por 50% das instalações efetuadas na América Latina em 2011, com 582,6 gigawatts (GW), e também se destaca quanto à capacidade total investida em energia eólica.

Na segunda posição do ranking, está o México, com 31%; seguido por Honduras, que responde por 9%; Argentina, com 7%; e Chile, com 3%. No levantamento, o Brasil também se destaca no aspecto da potência instalada acumulada por país, de 2008 a 2012, alcançando um volume de 1.509 MW.

Analisando as perspectivas de crescimento até 2020, a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) , instituição que congrega e representa o setor eólico no país, continua atuando para garantir a sustentabilidade da indústria eólica, que apresentou crescimento notável nos últimos anos. “Nossa previsão é que o Brasil atinja o potencial de 20.000 MW instalados até 2020 e esse número é muito plausível. Para sustentar essa indústria, basta vender, pelo menos, 2 GW por ano, somando-se o mercado regulado e mercado livre”, destaca Pedro Perrelli, diretor executivo da Associação de Energia Eólica (ABEEólica), que participou do encontro.

Segundo dados disponibilizados pelo GWEC, a previsão é de que América Latina e Caribe atinjam 30.000 MW de capacidade cumulativa até 2020. O Conselho também disponibilizou estatísticas quanto à participação dos fabricantes de turbinas eólicas nos três principais mercados latino-americanos. No Brasil, a Enercon tem 43%, Suzlon 24%, Impsa 22% e Vestas 10%. No México, a Acciona WP tem 63%, Gamesa 23% e Clipper 14%. Já no Chile, Vestas detém 57%, Acciona 30%, Dewind 10% e Siemens 2%.

Fonte..:: Ambiente Energia 


 

Ilhabela: Pesquisadores encontram novo Sítio Arqueológico

Até o momento não havia comprovação de que os povos Macro-Jê tivessem adquirido amplo domínio do litoral, das técnicas de navegação e alcançado longas distâncias na costa paulista.

Uma importante descoberta foi feita nesta semana pela arqueóloga Cintia Bendazzoli que coordena o Projeto de Gestão e Diagnóstico do Patrimônio Arqueológico de Ilhabela (Gedai), por meio do Instituto Histórico, Geográfico e Arqueológico lotado na Secretaria Municipal de Cultura. Trata-se da identificação de um importante sítio arqueológico de cunho funerário na Ilha dos Búzios e escavado emergencialmente por conta da iminência de destruição dos vestígios. O sítio arqueológico batizado de Toca da Caveira apresentava vestígios ósseos humanos, além de acompanhamentos funerários como pote de barro e ferramenta de pedra, revelando um complexo ritual funerário indígena. Naquela mesma ocasião foram identificados mais dois sítios de natureza pré-colonial, mas que ainda não foram alvo de pesquisa mais detalhada. A arqueóloga se empenhou nos últimos dias na análise dos vestígios obtidos com a escavação desta área funerária.

Segundo Cintia, o trabalho laboratorial realizado com os achados revelou tratar-se de um sepultamento coletivo com a presença de vestígios de pelo menos cinco indivíduos diferentes, sendo quatro adultos e uma criança de aproximadamente cinco anos de idade. Nenhum dos esqueletos estava completo, e segundo a pesquisadora, a ausência de muitas das unidades ósseas pode ter origem na intervenção anterior ocorrida no local, ou ainda, pode ser própria ao ritual elaborado pelo grupo.

O que chamou a atenção da arqueóloga Cintia é que o sepultamento coletivo não parece estar relacionado com a já conhecida ocupação de índios sambaquieiros (construtores de sambaquis) ocorrida em Ilhabela por volta de 2 mil anos atrás. As pesquisas iniciais apontam que o ritual ocorrido na Toca da Caveira foi elaborado por um grupo ceramista Macro-Jê em tempos mais recentes, possivelmente antes do contato com o colonizador. A presença de cerâmica Jê como parte do mobiliário funerário colocado junto aos esqueletos, além de evidências nos ossos e dentes apontam para uma população ceramista e não pescadora e coletora como eram os sambaquieiros. Segundo a arqueóloga, o próximo passo será a realização de datação por Carbono 14, que poderá ajudar a elucidar as questões levantadas com os estudos de laboratório.

Caso as pesquisas que seguem comprovarem que se trata de uma população ceramista mais recente, este sítio poderá ser considerado um grande achado, não apenas para o município, mas para o litoral de São Paulo como um todo, uma vez que não existia, até o momento, comprovação de que os povos Macro-Jê tivessem adquirido tamanho domínio do litoral, das técnicas de navegação e alcançado distâncias dessa natureza em relação à costa paulista, conta a arqueóloga. De qualquer forma, esta nova descoberta arqueológica chega para mostrar que o arquipélago de Ilhabela esteve longe de ser uma terra desabitada antes da conquista portuguesa. O grande número de sítios arqueológicos registrados pelo Projeto GEDAI e as inúmeras pesquisas que vêm se seguindo a essas descobertas apontam para um povoamento intenso desta região e para a necessidade cada vez maior de proteção desse patrimônio.

Fonte..:: FuneráriaOnline

(fatos_históricos)

 
 

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Somos Vencedores do PRÊMIO TOP BLOG (2013/2014). Categoria: VIAGENS E TURISMO.