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terça-feira, 17 de maio de 2016

Caiçara Expedições na Avistar 2016: Observação de Aves dos Manguezais em Canoas Canadenses

IV Fórum Mundial de Contatados 2016 é realizado pela Revista UFO em Santos SP



O IV Fórum Mundial de Contatados é realizado pela Revista UFO.
Realizado pela primeira vez na cidade de Santos, litoral do estado de São Paulo, no Parque Balneário Hotel, o evento será um dos maiores do ano e tem um total de 500 vagas disponíveis. Uma programação intensa e variada é o principal destaque da série de eventos do Fórum Mundial de Ufologia, cuja primeira edição foi realizada em 2013. Nesta quarta edição serão 20 expositores de todo o Brasil e outros 6 países.


Local..:: Parque Balneário Hotel (Salão Orquídea) (Av. Ana Costa, 555 – Gonzaga)



segunda-feira, 16 de maio de 2016

14 Semana Nacional de Museus 2016 - Museu e Paisagens Culturais no Museu do Café em Santos



Há um Juiz Chamado Tempo que Coloca Todos em Seu Lugar

Todos nós somos livres de nossas ações, mas não das consequências. Um gesto, uma palavra ou uma má ação sempre causam um impacto mais ou menos visível, e acredite ou não, o tempo é um juiz muito sábio. Apesar de não decidir imediatamente, sempre dá razão a quem a tem.

O famoso psicólogo e pesquisador Howard Gardner, por exemplo, nos surpreendeu recentemente com um dos seus raciocínios: “uma má pessoa nunca se torna um bom profissional.” Para o “pai das inteligências múltiplas”, alguém guiado apenas pelo autointeresse não alcança a excelência, e esta é uma realidade muitas vezes revelada no espelho do tempo.

“Cada um colhe o que planta, e enquanto muitos são livres de suas ações, não são das consequências, porque, mais cedo ou mais tarde, o juiz chamado tempo dará razão a quem realmente a tem.”

É importante ter em conta que tais semelhanças, como um tom de voz desdenhoso ou uso excessivo de piadas e ironias na linguagem, muitas vezes têm consequências graves no mundo emocional e pessoal das vítimas dessas ações. Não ser capaz de assumir a responsabilidade por tais atos responde à falta de maturidade que, mais cedo ou mais tarde, traz consequências.

Te convidamos a refletir sobre isso.



..:: Tempo, esse juiz tão sábio 
Tomemos um exemplo: um pai educando severamente seus filhos e com ausência de afeto. Sabemos que o estilo de criação e educação terá consequências, no entanto, o pior de tudo é que esse pai procura, com essas ações, oferecer pessoas fortes ao mundo e com uma determinada conduta. No entanto, provavelmente terá algo muito diferente do que pretendia: infelicidade, medo e baixa autoestima.

Ao longo do tempo, essas crianças já adultas tomarão a sua decisão: ficar longe ou evitar o pai, algo que talvez essa pessoa não chegue a entender. A razão para isso é que muitas vezes as pessoas que causam dano “não se sentem responsáveis por suas ações”, carecem de proximidade emocional adequada e preferem fazer uso da culpa (meus filhos são ingratos, não me amam).

Uma maneira básica e essencial para manter em mente que qualquer ato, ainda que pequeno, tem consequências, é usar o que é conhecido como “responsabilidade plena”. Ser responsável significa não só assumir a culpa por nossas ações, mas entender que temos uma obrigada capacidade de resposta para os outros, que a maturidade humana nos faz responsáveis por cada uma de nossas palavras, ações ou pensamentos que geramos para promover o nosso bem-estar e dos demais.


..:: Responsabilidade, um ato de coragem 
Entender que, por exemplo, a solidão agora é uma consequência de uma má ação do passado é certamente uma boa maneira de descobrir que estamos todos unidos por um fio muito fino no qual um movimento negativo ou perturbador, traz como consequência o rompimento desse fio. Desse vínculo.

“Certifique-se de que suas ações falam mais alto do que suas palavras, que sua responsabilidade é o reflexo de uma alma; para isso, tente sempre ter bons pensamentos. Então, não se esqueça de que o tempo vai tratá-lo como merece.”

É necessário notar que somos “donos” de grande parte de nossas circunstâncias de vida, e que uma forma de promover o nosso bem-estar e daqueles que nos rodeiam é através da responsabilidade pessoal: um ato de coragem que convidamos você a implementar através destes princípio simples.

..:: Chaves para nos tornarmos conscientes de nossa responsabilidade 
O primeiro passo para nos tornarmos conscientes da “responsabilidade plena” é abandonar nossas ilhas de recolhimento nas quais se concentra muito do que acontece no exterior com base nas nossas necessidades. Assim, esta série de construções também são adequadas para as crianças. Através delas, podemos ensiná-las que as suas ações têm consequências.

O que você pensa, o que expressa, o que faz, o que cala. Toda nossa pessoa gera um tipo de linguagem e um impacto sobre os outros, a ponto de criar uma emocionalidade positiva ou negativa. Temos de ser capazes de intuir e acima de tudo, empatizar com a pessoa a nossa frente.

Antecipe as consequências das suas ações: seja o seu próprio juiz. Com isto não estamos nos referindo a cair em uma espécie de “autocontrole”, pelo qual nos tornamos nossos próprios executores antes de ter dito ou feito algo. É apenas tentar antecipar o impacto que pode ter uma determinada ação sobre os outros e, consequentemente, também em si mesmo.

Ser responsável significa compreender que não somos “livres” em tudo. A pessoa que vê nenhum limite em suas ações, desejos e necessidades, praticar a libertinagem que, mais cedo ou mais tarde, também tem consequências. É interessante tentar promover a liberdade e o crescimento de outras pessoas, alimentando, assim, um ciclo de enriquecimento mútuo.

Vale a pena por isso em prática.


Traduzido pela equipe de O Segredo – Fonte: La mente es maravillosa

11º Encontro Ufológico de Peruíbe 2016 - 10, 11 e 12 de Junho



Para saber Mais ..:: http://ufoperuibe.com.br


quinta-feira, 12 de maio de 2016

UNIP promove debate sobre turismo, esporte e aventura, às vésperas das Olimpíadas no Brasil.

Debate envolvendo secretário municipal de esportes, jornalistas proeminentes da região, ex-técnico de seleção brasileira,gestor de projetos, diretor de agência de turismo da nossa região nos trará uma boa visão sobre o tema. Tudo isso, acompanhado de exposição em estandes com empresas das áreas afins, música, jogos de aventura e muito mais...
Na próxima semana, os apaixonados por turismo, esporte e aventura vão ter uma boa oportunidade para melhorar seus conhecimentos. A UNIP – Universidade Paulista - Campi Santos, o ICH - Instituto de Ciências Humanas e o Curso de Turismo promovem no dia 17 de Maio“Jornada de Turismo, Esporte e Aventura”.

O evento, foi elaborado por uma comissão de professores e alunos do 2º e 3º semestres do Curso de Turismo e acontecerá no auditório / saguão dos blocos 5 e 6, na Av. Francisco Manoel, s/nº , Vila Matias, da UNIP. A abertura da programação será realizada pelos seus diretores Prof. Dr. Edson Silva Monteiro e a Profa. Ma. Terezinha Carmen Ganndelman e PauloSchiff, gerente de Jornalismo na TVB-Band Litoral será mediador do debate, que se inicia às 19 horas.

O debate, também, contará com a presença doExmo. Sr. Alcídio Michael Ferreira de Mello, Secretário de Esportes de Santos; Prof. Antônio Carlos Santos de Carvalho (Tony), Diretor Adm. Agência Nação Ecológica Ecoturismo, do Prof. Nelson Sátiro Kitahara, que é ex-Técnico da Seleção Brasileira de Ginástica Artística; do Prof. Renato Marchesini – Gestor de Projetos da Caiçara Expedições Agência de Viagens e Turismo e de Rosana Valle – Jornalista da TV Tribuna e Repórter do Programa Rota do Sol.




LANÇAMENTO LIVRO: A Ilusão Urbanística: O papel do Estado na expropriação das Populações Caiçaras

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Numa análise crítica, A Ilusão Urbanística: O papel do Estado na expropriação das Populações Caiçaras vai além das investigações que avaliam o planejamento do espaço urbano apenas sob o aspecto dos seus limites, para tentar apreender uma ilusão colocada em nome de uma pretensa objetividade. 

Tomando como referência o arquipélago oceânico de Ilhabela, localizado no litoral norte paulista, o livro problematiza duas questões que já há um bom tempo, para o Estado, somente podem ser resolvidas por meio do ordenamento territorial, a saber: a proteção de um dos últimos remanescentes de Mata Atlântica do estado de São Paulo, bem como dos ecossistemas a ela associados e de sua biodiversidade, e a preservação do modo de vida tradicional das populações caiçaras, tendo em vista as interferências oriundas de fora, diga-se, do mundo ocidental capitalista. Todavia, no decorrer da pesquisa, a investigação demonstra como tais questões são ilusórias. Assim, o ordenamento territorial visando à preservação da natureza nada mais é que um álibi para a reprodução de um mercado imobiliário de alta renda, baseado na expropriação do território caiçara, ao passo que as medidas de proteção às chamadas comunidades tradicionais, além de imobilizar as populações caiçaras a um passado idealizado, têm criado padrões urbanísticos e arquitetônicos cada vez mais restritivos e, consequentemente, mais exclusivos, bem ao gosto de um consumo turístico elitizado. 

Autor: Alan Faber do Nascimento possui graduação em Turismo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2003), mestrado em Ciências Sociais (ênfase em Sociologia) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2007) e doutorado em Geografia pela Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (2011). Atualmente, é professor do curso de Turismo e do programa de Mestrado em Estudos Rurais da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri. 

Como adquirir: A Ilusão Urbanística: o papel do Estado na expropriação das populações caiçaras pode ser adquirido por meio da central de compras online da Editora Annablume: www.annablume.com.br


quarta-feira, 11 de maio de 2016

Prêmio Top Blog 2013/2014

Prêmio Top Blog 2013/2014
1º lugar "Oscar dos Blogs Brasileiros" na categoria Viagem e Turismo Profissional, pelo voto popular.

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