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segunda-feira, 30 de março de 2015

Papagaio-de-cara-roxa apresenta melhoria em seu status de conservação

A nova Lista de Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção foi divulgada no final de 2014 pelo Ministério do Meio Ambiente e conta, agora, com 1.173 espécies. Apesar do aumento do número total de fauna ameaçada – eram 816 em 2003, a versão atualizada da lista elaborada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio)  indica avanços na conservação da biodiversidade nacional. Um exemplo disso é que 170 espécies saíram das três categorias de risco de extinção (criticamente em perigo, em perigo e vulnerável), como o papagaio-de-cara-roxa (Amazona brasiliensis), que passou da categoria “vulnerável” para “quase ameaçada”.

Créditos imagem..:: Zig Koch

Endêmica da Mata Atlântica, essa ave habita apenas uma estreita faixa litorânea de aproximadamente 285 km entre o sul de São Paulo e o extremo norte de Santa Catarina. Devido ao comércio de animais silvestres e à degradação desses locais onde busca alimento, reproduz-se, faz seu ninho e descansa em dormitórios coletivos, o papagaio-de-cara-roxa se apresentava como vulnerável na lista de espécies ameaçadas de extinção.

A reclassificação da espécie demonstra que o trabalho em conservação está gerando frutos e uma das iniciativas que contribuíram para esse resultado foi o Projeto de Conservação do Papagaio-de-cara-roxa, que é desenvolvido pela Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) e conta com o apoio da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

O projeto desenvolve, desde 1998, ações de pesquisa e proteção da espécie e seu habitat, como a instalação de ninhos artificiais e a orientação e a sensibilização dos moradores e visitantes da região para a proteção do papagaio-de-cara-roxa. Essas iniciativas contribuíram para elevar a população total dessa espécie, que hoje é estimada em 6.700 indivíduos, sendo que a maior parte – cerca de cinco mil aves – vive no litoral do Paraná.

“A reavaliação dessa espécie deve ser comemorada, pois indica que a principal região onde ocorre, o litoral norte do Paraná, está em bom estado de conservação, o que possibilita a recuperação de uma espécie ameaçada”, afirma a coordenadora do Projeto de Conservação do Papagaio-de-cara-roxa, Elenise Sipinski. Entretanto, ela destaca: “não significa que a luta está ganha. O trabalho deve continuar”.

A coordenadora do Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Papagaios da Mata Atlântica/ICMBio (PAN Papagaios), Patricia Serafini, do ICMBio, também ressalta que essas ações de manejo para conservação não podem parar. Segundo ela, sem o trabalho de fornecimento de ninhos artificiais e seu monitoramento, o sucesso reprodutivo poderá ser comprometido em curto prazo, uma vez que o corte seletivo de árvores de grande porte causou a baixa disponibilidade de ocos naturais para ninhos.

“Se as ações de conservação não continuarem, o papagaio-de-cara-roxa pode voltar rapidamente a maiores graus de ameaça no Paraná; além disso, os esforços precisam ser intensificados em São Paulo, onde a estimativa é que existam apenas 1,5 mil indivíduos dessa espécie”, complementa a diretora executiva da Fundação Grupo Boticário, Malu Nunes. Ela lembra que, atualmente, a instituição apoia um programa da SPVS para promover ações do papagaio-de-cara-roxa também em território paulista.


(papo de biologia, turismo)





Despreocupe-se e viva o presente!

Créditos imagem..:: Renata Antunes da Cruz

"Que você tenha o poder de valorizar o presente, porque este é o único tempo real que você pode dispor. O passado é como um filme que já passou e não volta mais, mas que deixou uma impressão na sua memória. O futuro é uma fantasia cujos acontecimentos poderão estar além da sua percepção. Para terminar com as preocupações, torne seu presente tão valioso e real quanto possível. Além disso, plante uma semente de fé e esperança no futuro para que o melhor aconteça, mas faça isso de forma despreocupada. Fique desapegado daquilo que você gostaria de ver realizado. E tenha paciência!"

Fonte..:: Brahma Kumaris


(recicle suas idéias)



sexta-feira, 27 de março de 2015

Destinos adocicados: frutas regionais valorizam a páscoa brasileira

A gastronomia é um dos artigos mais valorizados pelos turistas que viajam pelo Brasil. A combinação de sabores, de aromas e de texturas típicas da culinária tupiniquim fica ainda mais evidente com a proximidade da Páscoa, época em que é possível encontrar ovos que misturam o cacau a uma série de frutas típicas do Brasil, como o cajá, o cupuaçu, o açaí e até a pouco conhecida grumixama. Em boa parte dos casos, o ovo de páscoa ganha o sabor agridoce e a fruta aparece em forma de creme no recheio. 

A boa notícia é que a mistura de chocolate com fruta resulta em sabores inusitados e pode ser encontrada, cada vez mais, associada à produção de chocolates caseiros, de acordo com o chef paulistano Diego Lozano, dono de uma escola de confeitaria em São Paulo. Ele destaca a combinação de cacau com pitanga, fruta de sabor agridoce e polpa aquosa; com priprioca, cuja raiz libera uma fragrância amadeirada com notas florais e com sementes de Cumaru, que lembra a baunilha.

A empresária paraense Iolane Tavares se inspirou nos frutos da Amazônia para abrir uma loja de chocolates artesanais frutados em São Paulo. Natural de Belém (PA), ela encomenda suas iguarias com produtores da floresta. “Hoje está mais fácil de vender e valorizar os produtos artesanais. A gastronomia brasileira está na moda”, afirmou.

Prova disso é que a indústria do chocolate investe nesse nicho de mercado. Sabores como o cupuaçu e o açaí, frutas típicas da Amazônia, aparecem em bombons, trufas e ovos de páscoa, embora as frutas mais usadas ainda sejam as importadas, como o morango e o maracujá. 

A Páscoa é um momento propício não só para experimentar novas combinações de sabores, como também para visitar destinos em que o chocolate é a grande pedida. A cidade baiana de Ilhéus, terra pioneira na produção brasileira do cacau – e ainda grande produtora, oferece aos turistas uma visita à primeira fábrica de chocolate artesanal do nordeste. Os ovos mais procurados por lá são de açaí, cupuaçu e cereja, segundo Hanz Schaeppi, o proprietário.

Em Fortaleza (CE), os chocolates caseiros recheados com frutas também fazem sucesso com os turistas que visitam a capital. Um dos produtores mais conhecidos é o artesão Arthur Vieira Neto, que herdou a tradição de família. Desde 1970 ele valoriza em suas produções o uso do cacau produzido no Brasil e matérias-primas da Amazônia e do nordeste. Castanha, ameixa, abacaxi, bacuri, buriti, caju, coco e tamarindo compõem o recheio dos bombons e ovos de páscoa. Arthur revende, ainda, seus produtos vários consumidores do país.

É quase impossível falar do chocolate brasileiro sem falar de Gramado (RS). O doce é um dos símbolos da cidade gaúcha, pioneira no Brasil na produção de chocolates artesanais. As 30 fábricas no centro da cidade são um roteiro turístico imperdível e saboroso. Para quem estiver na região até o domingo de Páscoa poderá participar da 1ª edição do Festival de Chocolate, uma feira temática gratuita que oferece atividades como pintura e artesanato para crianças e adultos. 

Curitiba oferece uma feira temática ao ar livre nas praças Santos Andrade e a do Osório. A Feira Especial de Páscoa reúne 28 artesãos culinários que expõem ovos, bombons, bolos e até pirulitos frutados com morango, uva, coco, amêndoas. São quase três semanas de evento que começa a partir do dia 19 de março.

Uma das maiores árvores decorativas do mundo, com 80 mil cascas de ovos coloridos entre galhos secos 15 metros de altura, se tornou um dos principais atrativos turísticos de Pomerode - município catarinense a 170 Km quilômetros de Florianópolis. Além da decoração, os visitantes podem participar de feiras de artesanato, passeios ciclísticos e assistir a shows, em uma extensa programação.

Descubra, abaixo, a origem de cada um dos frutos brasileiros que estão sendo combinados com o chocolate:

Cacau – Cultivado em várias regiões do Brasil, o cacau é encontrado principalmente na Bahia, Espírito Santo e Rondônia. Estudos recentes mostram que a fruta é nativa da América Central.

Baru – É um fruto do cerrado brasileiro saboroso. Ele faz parte da família das castanhas. É possível encontra-lo também na região da Amazônia. A crocância da amêndoa de baru lembra o amendoim.

Pequi - Espécies desse fruto são encontrados na Caatinga e na Amazônia. A árvore é nativa do Cerrado. A mistura leva chocolate com a essência da poupa. 

Pitanga - Tem um sabor agridoce, mas ainda é pouco valorizado na culinária. Pernambuco é um dos principais produtores da fruta. Tem origem na Mata Atlântica.

Cupuaçu – Nativa da Amazônia, também é cultivado no Cerrado. Tornou-se matéria-prima para sorvetes, sucos e vitamina

Cajá - Fruta nativa da Região Norte do país, o cajá pode ser encontrado na Paraíba e na região amazônica. A polpa tem um sabor refrescante, que lembra a manga.

Grumixana - É considerada a cereja brasileira. Seu sabor lembra pitanga e jabuticaba. Conhecida por poucos, pode ser encontrada na Amazônia e em cidades paulistas.

Castanha do Pará – Também conhecida como castanha do Brasil, tururi ou castanha do Acre, é abundante no norte do país. O fruto contém a castanha, a semente da árvore.

Cumaru – A semente, encontrada na Amazônia, tem um sabor que lembra baunilha, porém mais amadeirado e aromático.

Priprioca - É uma raiz com toque levemente amadeirado. A essência é ideal para utilizar em receitas doces. Também encontrada na região amazônica, a planta é medicinal.

Uvaia - Fruta encontra no sul do país, principalmente no interior de São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Tem aroma suave e agradável."

*Com contribuições da Embrapa 

Fonte..:: MTur, via Facebook CNTur


(turismo, receitas culinária)



Avião de companhia chinesa usa óleo de cozinha reciclado como combustível

A companhia aérea chinesa Hainan Airlines realizou o primeiro voo de passageiros do país em que foi utilizado óleo previamente usado por restaurantes e reciclado como combustível, algo que o setor de aviação nacional considerou como "um passo gigante para a indústria".

O voo regular, em um Boeing 737 com 100 passageiros a bordo, partiu no último sábado de Xangai e chegou a Pequim no mesmo dia. O vice-presidente da companhia, Pu Ming, foi o piloto. Para cada motor do avião, foi usada uma proporção de 50% óleo reciclado e 50% combustível tradicional. Assim, a redução da emissão de dióxido de carbono varia entre 50% e 80%. Contudo, seu uso é pontual porque o custo ainda é bastante alto.

Os primeiros aviões de passageiros que usaram biocombustível foram fretados pela Lufthansa em 2011, mesmo ano em que a China também começou a levar a cabo ensaios com a nova tecnologia. A companhia Dragonair, de Hong Kong, faria uma experiência semelhante também no sábado, mas teve que postergar o voo por problemas com licenças.

Fonte..:: Guia GPHR


(transportes, turismo)




Mensagem..:: Aceitação



"Quando somos gentis conosco, quando desaceleramos e dançamos suavemente a música da vida, os relacionamentos conosco e com os outros mudam. Conseguimos acalmar a autocobrança e serenizar as exigências em relação às pessoas. Permitimos ser o que somos e também aceitamos os limites dos outros. Aceitação torna a face mais bonita, o corpo mais relaxado. Traz harmonia a todos ao redor, aquietando a atmosfera."

Fonte..:: Brahma Kumaris


(recicle suas idéias)





terça-feira, 24 de março de 2015

segunda-feira, 23 de março de 2015

Cultura Caiçara é atração dia 29 em Boiçucanga em São Sebastião SP


Festa com contação de causos, pratos típicos, música e encontro entre caiçaras
acontecerá a partir das 10 horas, na Praça da Mentira

Forte elo entre o homem e os recursos naturais, a cultura caiçara evidencia a harmonia dessa comunidade com o ambiente e ainda pode ser encontrada em várias regiões do Brasil, entre o Rio de Janeiro e São Paulo. Evidenciar a importância dessa rica cultura é a proposta do encontro que será realizado no próximo dia 29 de março, das 10h às 17h, na Praça da Mentira, em Boiçucanga, Costa Sul de São Sebastiao, um dos redutos da cultura caiçara na região de São Sebastião. A proposta é reunir os caiçaras da região, contar muitos “causos”, saborear pratos típicos, e se deixar levar pelas canções e alegria dessa cultura que resiste às adversidades do tempo.


Incluído no Calendário Oficial de São Sebastião, pela Lei Municipal nº 460, de 24 de setembro de 1985, o Dia do Caiçara é comemorado em 15 de março. No entanto, grupo de pessoas interessadas em manter as tradições promoverão a festa, dia 29, com entrada gratuita, para poder divulgar e encontrar uma forma de mostrar a importância e o valor da comunidade caiçara que se estende ao longo do município. Organizada pela jornalista Silvia do Amparo e Lavínia de Matos, a proposta é resgatar a cultura dos nativos unindo remanescentes dos bairros entre a região de Toque - Toque Grande e Boracéia.

A programação incluirá apresentação de bandas musicais compostas por caiçaras, “contação de causos” pela historiadora local Neide Palumbo, a tradicional Folia de Reis, além de projeção de fotos, filmes e vídeos sobre a vida e costumes dos nativos. Para quem adora a culinária caiçara, não faltarão pratos típicos preparados em ambiente natural decorado com apetrechos de pesca e ainda a apresentação de um projeto elaborado pelos caiçaras. Outra curiosidade é a o enfoque especial para o “dicionário verbal” típico caiçara que será revisto e acrescido de antigos termos já esquecidos pelos atuais moradores da região, e que preserva uma árvore genealógica de mais de 4 mil nomes. A expectativa dos organizadores é atrair cerca de mil pessoas entre moradores, veranistas e turistas.

..:: Origem
De origem tupi-guarani, o termo caa-içara, no contexto geral, é a junção das duas palavras que significam, literalmente, “armadilha de galhos” (caa = galhos, pau, mato/içara = armadilha). O termo também designa as comunidades de pescadores tradicionais nascidos na região litorânea dos estados do Paraná, São Paulo e sul do Rio de Janeiro. O “viver caiçara” é considerado o último traço visível do momento da criação do povo brasileiro, a união de índios e portugueses.

O resgate da cultura caiçara é a proposta do evento que também promoverá o cadastramento da população caiçara como um dos pontos fortes da festa. De acordo com as organizadoras, um dos objetivos é trabalhar no incentivo de políticas públicas que busquem soluções para problemas como a imposição de padrões de comportamento social, hábitos, costumes e linguagem que tentam levar à descaracterização da cultura do pescador local.

A Praça da Mentira, que sediará a festa, fica em frente à Capela Nossa Senhora da Conceição e imediações da barra do Rio Boiçucanga, região tradicional de concentração de pescadores. Vale a pena conferir! 

Fonte..:: Rosangela Falato por email.

Prêmio Top Blog 2013/2014

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