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quinta-feira, 25 de junho de 2015

terça-feira, 23 de junho de 2015

Equipotel São Paulo cria espaço de acessibilidade universal dentro do Anhembi


Em evento para entidades apoiadoras da Equipotel, empresários e imprensa, Reed Exhibitions Alcantara Machado dá plataforma para setor de hospitalidade voltar investimentos para público com necessidades especiais.

Durante evento de lançamento do Espaço de Acessibilidade Universal da Equipotel 2015, a organizadora da feira, Reed Exhibitions Alcantara Machado, reuniu diversos especialistas e entidades apoiadoras do evento, que chancelaram a importância de um espaço dedicado à ideia de Desenho Universal. Na feira, que vai de 14 a 17 de setembro, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, uma área de 250 m² apresentará ambientes de convivência e unidades habitacionais concebidos através do conceito internacional de acessibilidade, atendendo as normas técnicas da ABNT. O projeto fica a cargo da Design Universal Arquitetura & Consultoria, com a coordenação do IDT-CEMA - Instituto de Desenvolvimento do Turismo, Cultura, Esporte e Meio Ambiente.

Nesse espaço também serão promovidas palestras, atividades sobre acessibilidade e desenho universal na hotelaria, gastronomia, lazer e nos transportes acessíveis. O evento também marcou o lançamento do selo de acessibilidade e inclusão social criado pela Abih-SP (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis) e ABNT. A iniciativa tem apoio do IAB-SP - Instituto dos Arquitetos do Brasil; e da Associação Brasileira das Indústrias e Revendedores de Produtos e Serviços para Pessoas com Deficiência – Abridef.

“Temos que pensar que o desenho universal deveria estar presente em todos os ambientes. Podemos dizer que esse projeto na Equipotel será apenas o ponto de partida para mudarmos o conceito dos empresários sobre os portadores de deficiência – acredita o presidente da Abridef, Rodrigo Rosso - só para se ter uma ideia, 46 milhões de brasileiros têm algum tipo de deficiência. Esse mercado, formado basicamente por fabricantes de cadeiras de rodas, aparelhos auditivos, adaptadores para banheiros etc., movimenta cerca de R$ 5 bilhões por ano. O que falta é informação dos empresários”.

Para o presidente da Abih-SP, Bruno Omori, a ideia é promover a integração dos poderes público e privado, para atender todos os cidadãos – gestantes, obesos, idosos – que necessitam de cuidados especiais. “A Equipotel dá essa oportunidade de se estar com os donos de hotéis, bares e restaurantes, para mostrarmos que a inclusão social não é só para atender a legislação, mas também gerar negócios, especialmente num momento de crise. Criamos o selo Abih de Acessibilidade para qualificar, ainda mais, os fornecedores do setor da hospitalidade”. Edison Passafaro, diretor do IDT-CEMA, também presente no evento, chamou atenção para a mudança de paradigmas. “O deficiente faz parte da sociedade, trabalha, estuda, viaja. Quando falamos em deficiência não é somente o cadeirante, mas outros grupos fazem parte, como pessoas obesas que têm dificuldade de locomoção. O Plano Diretor de Turismo da Cidade de São Paulo contempla a acessibilidade, assim como o decreto federal 5.296/2004. Temos que somar esforços, para gerar inclusão social e oportunidades para todos”.

“A Equipotel é uma das marcas mais tradicionais do setor de hospitalidade, um conceito muito amplo. Por isso, desde quando adquirimos a marca, em 2012, temos buscado valorizar cada segmento desse setor e, assim, criamos o Espaço da Acessibilidade Universal – explica o vice-presidente da Reed, Paulo Octávio Pereira de Almeida - sabemos que as feiras geram oportunidade de negócios. Queremos que esse espaço chame a atenção dos visitantes, não somente na parte nos ambientes, mas levando também informação. Será um aprendizado para todos”.

Entre as novidades da Equipotel São Paulo 2015, Paulo Octavio destacou a ampliação dos setores da feira, com áreas para food service, equipamentos e utensílios, gestão de TI, entre outras. Os eventos paralelos também vão movimentar a feira todos os dias, como a Ilha Gourmet, Equipotel Conference, Ilha do Conhecimento, Área SPA, 3ª edição da Mostra Abmotéis e o 4º Encontro de Negócios Food Service. “É parte da nossa estratégia aprimorar e trazer novas atividades para os visitantes. Por isso, criamos também o projeto Compradores do Futuro, voltado para os estudantes. A ideia é que os melhores estudantes sejam selecionados pelas universidades para fazer uma visita técnica na feira”.

Equipotel 2015

Data: 14 a 17 de setembro de 2015

Horário: segunda a quinta-feira, das 13h às 21h (entrada até às 20h)

Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi

Site oficial: www.equipotel.com.br

Divulgação: 2PRÓ Comunicação

Fonte..:: Guia GPHR

(turismo, evento_programação)


Papo de Biologia: Notícias de Biologia

Descoberto fóssil da mais antiga ave brasileira

Um fóssil com 115 milhões de anos, descoberto no interior do Estado do Ceará, revelou-se como a mais antiga ave brasileira e a mais completa de todo o antigo supercontinente Gondwana.

A preservação excepcional deste novo fóssil, com seus frágeis ossos, penas e plumas mostra-se como o mais completo fóssil de uma ave da era mesozoica, de todo o paleocontinente de Gondwana (abrangendo América do Sul, África, Antártica, Índia, Austrália e Madagascar). Sua descoberta revela-se de grande importância para o entendimento da evolução das aves. Uma preciosidade para o conhecimento da diversidade biológica da América do Sul há 115 milhões de anos.

A equipe formada por pesquisadores do Instituto de Geociências – UFRJ, Museo Argentino de Ciencias Naturales Bernardino Rivadavia, Fundación de Historia Natural Félix Azara, Geopark Araripe e Departamento Nacional da Produção Mineral apresentará nesta terça-feira (02/06/2015), às onze horas (11:00 hs), os resultados desta importante descoberta científica. Apresentação conjunta pelo grupo Nature, Londres 16:00 horas.


Anvisa: Brasil pode ser o primeiro país do mundo a registrar uma vacina de dengue

O diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Renato Alencar Porto, anunciou no dia 28/05, na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara, que o Brasil pode ser o primeiro país do mundo a registrar uma vacina de dengue, o que pode ocorrer até o fim do ano.

A comissão realizou audiência pública sobre as pesquisas para a vacina de dengue. São seis vacinas contra a dengue pesquisadas no mundo. A mais avançada delas no Brasil, desenvolvida pelo laboratório Sanofi-Pasteur, já passou pelas três fases de pesquisa e foi protocolada na Anvisa em março.

Segundo a diretora da empresa para a América Latina, Lucia Bricks, já há estoque para a vacina ser usada no segundo semestre e a capacidade de produção é de 100 milhões de doses por ano. A vacina imuniza contra os quatro tipos de vírus da dengue e foi testada em 40 mil pessoas de 15 países. Reduziu em 60% a dengue sintomática e diminuiu em 95% a doença grave.

Instituto Butantan 
A outra vacina contra a dengue está sendo desenvolvida pelo Instituto Butantan. Segundo o diretor-substituto do instituto, Marcelo de Franco, já está demonstrada a segurança e a extrema potencialidade da vacina. Se as pesquisas do instituto entrarem na fase três antes do registro da vacina da Sanofi, o processo de finalização será mais ágil.

Marcelo de Franco explicou que de acordo com as normativas da Anvisa para medicamentos, se eles conseguirem o registro antes do Butantan ter autorização para a fase três, o instituto terá de fazer um teste de comparação com a deles. “Então nós teríamos que aumentar o nosso número de voluntários em quase quatro vezes, o que praticamente inviabilizaria em termos de custos porque quadruplica o custo necessário para fazer o estudo.”

Os planos originais do Instituto Butantan são testar com até 17 mil voluntários em todo o País e, de preferência, fazer estudos paralelos no exterior, onde o Butantan já tem dois laboratórios parceiros.

Doses da vacina
A vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan é em dose única e a da Sanofi-Pasteur prevê três doses com intervalo de seis meses.

Lucia Bricks comentou que é um sonho a vacina em dose única, “que protege 100% pela vida toda”. 

A diretora da Sanofi-Pasteur acrescentou que a maior parte das vacinas utilizadas no Brasil tem mais de uma dose. “A maioria das vacinas não chega a proteger 100% da população, a proteção é variável. Neste momento, a única vacina que demonstrou um programa muito robusto, que cumpriu todas as três etapas de estudos clínicos necessários ao registro é a da Sanofir-Pasteur.”

O diretor da Anvisa explicou que, apesar da possibilidade, não pode prever quando o Brasil terá uma vacina contra a dengue. “A gente não fala em prazo, isso é muito difícil. Como a gente tratou aqui, a complexidade é muito grande. Registrar uma vacina sendo a primeira e com todo esse diferencial, com diversos tipos de vírus, com a quantidade de dados muito grande, a gente não fala em prazo. Nosso compromisso é fazer a avaliação desse dossiê da maneira mais rápida possível, garantindo que essa vacina seja registrada, se assim for, com eficácia, qualidade e segurança comprovadas”, assinalou Renato Alencar.

Ação do SUS
O coordenador-geral do Programa Nacional de Controle da Dengue do Ministério da Saúde, Giovanini Evelim Coelho, explicou que o ministério vai definir áreas e grupos etários que serão prioritários para a vacinação quando a vacina estiver disponível.

Giovanini Coelho esclareceu que o ministério está apoiando a realização de estudos para preparar o Sistema Único de Saúde (SUS) para receber as vacinas. “Basicamente, esses estudos visam definir áreas e grupos etários que serão prioritários para a vacinação quando essa vacina estiver disponível. Ou seja, nós nos antecipamos exatamente por entender que a vacina de dengue, em um primeiro momento terá pouca oferta e é necessária a priorização nesse processo de vacinação.”

O coordenador afirmou ainda que o Ministério de Saúde tem um programa permanente contra a dengue que repassa recursos para estados e municípios. Essas atividades de prevenção e controle são executadas pelos municípios e, neste ano, além dos recursos de rotina, foram repassados R$ 150 milhões para as secretarias estaduais e municipais de saúde. Já foram registrados neste ano 850 mil casos de dengue, dos quais 430 mil apenas em São Paulo. Nos últimos 50 anos, a incidência de dengue no planeta aumentou 30 vezes.


Fonte..:: CRBio 1, por email

(papo de biologia)




Bênçãos e Pensamentos Positivos


"Bênçãos são as asas para o nosso próprio progresso. Pensamentos positivos e sentimentos do coração em direção a alguém têm a potência espetacular de modelar o futuro dessa pessoa. Por causa das inúmeras mãos de suporte, vindas através dos poderosos pensamentos positivos de outras pessoas, tarefas difíceis se tornarão como uma brincadeira para aqueles que recebem essas bênçãos. Eles sentirão seu trabalho mais fácil e próspero, sua vida mais feliz."

Fonte..:: Brahma Kumaris


(recicle suas idéias)



quinta-feira, 18 de junho de 2015

Vídeo Sem Florestas Sem Água - Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza

Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza lança a ação #semflorestasemagua com vídeo que explica a importância das áreas naturais para a segurança hídrica do país.



Limites do Planeta: Estimativas de demografia, em 2046 9 bilhões de pessoas estarão habitando o Planeta Terra.

Marcus Eduardo de Oliveira
Economista e Professor da FAC-FITO e do UNIFIEO - São Paulo
 
Segundo estimativas feitas pela demografia, em 2046 9 bilhões de pessoas estarão habitando o Planeta Terra. Um único Planeta para que 9 bilhões de bocas sejam alimentadas. O resultado disso é claro: aumentará a pressão por alimentos, água, madeira, fibras e combustível. É evidente, no entanto, que a partir disso emerge um conflito: muita gente, pouco alimento e uma corrida contra o tempo.

Se, cem anos atrás, o mundo demorava três décadas para conhecer um bilhão a mais de pessoas, atualmente bastam 12 anos para que isso aconteça. Portanto, foi reduzido em um terço o tempo gasto para isso. Quatro décadas apenas, desde 1970, foram suficientes para que se dobrasse a população mundial – de 3,7 bilhões para 7,1 bilhões. São 80 milhões de nascimentos ao ano; 220 mil novas almas habitando a Terra a cada novo amanhecer. Contudo, é verdade que nesses últimos anos em alguns países a produtividade agrícola fez sucesso e aumentou a produção alimentar. 

Em outras áreas, entretanto, o efeito foi o contrário. A produção de alimentos por habitante do Planeta, em contraponto ao aumento populacional, diminuiu sensivelmente em algumas grandes regiões, especialmente em locais onde o excesso populacional é latente, como na África subsaariana. Quanto a isso, o caso indiano parece ser um dos mais graves: o aumento populacional que triplicou entre os hindus (de 371 milhões de habitantes, em 1950, para 1,2 bilhão em 2010) absorveu todo o ganho da produtividade de grãos. Recai sobre o meio ambiente as consequências dessa relação conflituosa entre a existência de mais gente e menos alimentos disponíveis. 

Em artigo reproduzido alguns anos atrás pela “Scientific American”, Jeffrey Sachs, um dos mais renomados economistas contemporâneos, contextualiza dizendo que “a produção alimentar é responsável por um terço de toda a emissão de gases do Efeito Estufa; isso inclui os poluentes gerados pelos combustíveis fósseis utilizados na preparação e transporte dos alimentos, o dióxido de carbono liberado pela aragem da terra para a agricultura e pastagem, o metano produzido pelos arrozais e rebanhos de ruminantes, bem como o óxido nitroso proveniente do uso de fertilizantes”.

Continua Sachs afirmando que “por devastar as matas, a produção de alimentos também responde por muito da perda de biodiversidade. Os fertilizantes químicos formam grandes depósitos de nitrogênio e fósforo, que agora destroem esteiros – trecho de rio ou mar que adentra na terra – de centenas de sistemas fluviais ameaçando a química oceânica. Cerca de 70% do consumo mundial de água é destinado à produção alimentar, causando o esgotamento dos lençóis freáticos e uso ecologicamente predatório de água doce, desde a Califórnia até a planície indo-gangética, passando pela Ásia Central e Norte da China”.

Frente a isso, torna-se pertinente a seguinte indagação: o que precisa ser feito com brevidade para a reversão desse quadro? Ao menos uma resposta conjugada parece ser de consenso entre os observadores das condições ambientais: deve-se elevar a produção agrícola ao mesmo tempo em que programas de planejamento familiar passem a ganhar proeminência junto às populações mais carentes e distantes de informações específicas.

É fato concreto que dentro do cenário conflituoso descrito anteriormente, todos perdemos. Indiscutivelmente, a perda mais grave está localizada na alteração da capacidade reguladora da Terra que se encontra em desequilíbrio. O motivo? A ultrapassagem das fronteiras ecossistêmicas, rompendo assim os limites do Planeta Terra. As graves consequências? Riscos de vidas humanas e animais serem dirimidas.

Especificamente, cabe então apontar quais são as fronteiras existentes e quantas já foram rompidas pela ação humana. De acordo com o estudo “Planetary Boundaries”, coordenado por Johan Rockstrom, Diretor Executivo do Stockholm Resilience Centre, localizado na Suécia, são nove (ilustração abaixo) as fronteiras ecológicas que estão no centro das atenções, tipificadas como “espaço operacional seguro para a humanidade”, a saber: mudanças climáticas, Camada de Ozônio, uso do solo, uso de água doce, diversidade biológica, acidificação dos oceanos, ciclo do nitrogênio e do fósforo, materiais particulados (aerossóis) e poluição química. Três desses limites (fronteiras) - mudanças climáticas, diversidade biológica e ciclo do nitrogênio - segundo as evidências até aqui disponíveis, já apresentam sinais de terem sido ultrapassados, agravando mais ainda o já aquecido Planeta.

Evidentemente, quanto mais quente o Planeta ficar, pior será a qualidade de vida, confluindo assim para uma situação que, segundo previsões das autoridades científicas que respondem em nome do (IPCC), o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, geraria uma degradação ambiental maior ainda que a atual, prejudicando, sobremaneira, a capacidade do Planeta em fornecer peixes e água doce, reciclar nutrientes do solo e controlar o próprio clima. Com isso, é certo que o número de espécies da flora necessárias para assegurar o equilíbrio cairá, em prejuízo da qualidade do ar. Parte substancial da fauna desaparecerá.

Razão pela qual é de senso comum afirmar que estamos diante do sexto maior evento de extinção de espécies da história da Terra. Não por acaso, de 10% a 30% das espécies de mamíferos, aves e anfíbios começaram a desaparecer em ritmo acelerado.

Fonte..:: Revista Eco 21

terça-feira, 16 de junho de 2015

Prêmio Top Blog 2013/2014

Prêmio Top Blog 2013/2014
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