Turismo Consciente na
Costa da Mata Atlântica
(Baixada Santista)
BLOG CAIÇARA

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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Chegando o Verão Hora das Férias: Dicas para as Viagens

O preço que aparece em folhetos de agências, anúncios e reportagens é tudo o que vou gastar na viagem?
Não. Você terá de desembolsar dinheiro com outros itens não incluídos no pacote, como taxas de embarque, documentos e telefonemas. Até refeições e ingressos podem ser cobrados à parte

Essas regras também valem para as viagens de navio?
Sim. Os cruzeiros têm taxas portuárias que não estão contabilizadas no preço da viagem e, dependendo da embarcação, também é cobrada taxa de serviço. Em geral, todas as refeições estão incluídas; as bebidas, apenas no sistema all-inclusive. Detalhe importante: a moeda corrente nos navios é o dólar, mesmo nos cruzeiros pela costa brasileira. Você não precisa levar dinheiro americano em espécie, basta o cartão de crédito.

No momento da compra, pode acontecer de o valor do pacote ser maior do que aquele anunciado?
Sim. Nem sempre as operadoras e agências conseguem garantir a importância divulgada. O motivo é que as vagas são limitadas nos voos com tarifas mais baixas. Por isso, há uma frase, quase sempre em letras miúdas, do tipo: “Os preços podem ser alterados sem aviso prévio”.

O que fazer se a operadora mudar a data do voo?
O passageiro pode aceitar a modificação, mas não é obrigado. Se achar melhor, ele tem o direito de desistir da viagem e receber seu dinheiro de volta.

É comum ter de pagar uma parte do pacote no ato da reserva?
Sim. A operadora pode cobrar um sinal do cliente para garantir a reserva.

Como calculo quanto vai me custar em real um pacote com preço em dólar?
O preço em real depende do câmbio da operadora no ato do pagamento. A maioria tem essa informação em seu site (da agência).

Como saber se são exigidos visto ou certificado de vacinação contra febre amarela no país para onde vou?
A operadora tem obrigação de avisá-lo. Porém, o procedimento mais seguro é certificar-se de tudo com o consulado do país em questão.

A agência deve arcar com meu prejuízo se, apesar de ter toda a documentação exigida, eu não obtiver permissão para entrar no país ou for deportado?
Não. Trata-se de uma decisão tomada por um governo estrangeiro, sobre a qual a agência não tem realmente nenhuma responsabilidade.

Caso eu precise cancelar a viagem na véspera do embarque, posso reaver meu dinheiro?
Cada operadora tem sua política de cancelamento. Via de regra, você tem o direito de receber de volta parte do dinheiro – nunca o valor integral.

O que me garante que o hotel ou qualquer outro prestador de serviços vai ter a reserva?
A agência deve fornecer um documento chamado voucher e você vai apresentá-lo ao fazer o check-in no hotel, ao embarcar no navio ou na hora de fazer um passeio. No caso de vôos, seu documento é a passagem aérea. Quando se trata de e-ticket, a agência apenas fornece um código.

Cheguei ao hotel com o voucher em mãos e não há reserva em meu nome. De quem é a culpa?
Da agência, que deveria ter confirmado sua reserva. Nesse caso, ela deve arcar com o prejuízo por haver quebrado o contrato.

Os navios de cruzeiro podem mudar os roteiros já programados durante a navegação?
Sim, mas apenas se condições climáticas adversas oferecerem riscos à segurança dos passageiros. Alterações de roteiro em função do clima também podem acontecer em viagens por terra.

Se, por atraso, eu perder o voo, posso exigir alguma compensação?
Não. Os passageiros têm obrigação de cumprir os horários estabelecidos no programa. Se você perder a viagem em razão de seu atraso, a culpa não é da agência.

Se o voo atrasar ou for cancelado, posso responsabilizar a operadora?
De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, ela é responsável solidária pelo ocorrido e tem obrigação de cumprir o contrato. Segundo Claudio Candiota Filho, presidente da Associação Nacional em Defesa dos Direitos do Passageiro (Andep), o viajante pode mover uma ação contra a operadora, a companhia aérea ou o governo federal (caso o motivo do atraso sejam os controladores de vôo).

Existe a possibilidade de o roteiro prever um hotel e eu acabar hospedado em outro?
Sim. Muitos roteiros, folhetos e anúncios trazem o termo “ou similares” ao lado do nome do hotel. Nem sempre as operadoras podem assegurar vagas no hotel escolhido pelo passageiro, no período em que ele vai viajar. Mas você precisa ser avisado antes do embarque.

Pode acontecer o mesmo num pacote para um resort?
Daí a coisa muda, pois os resorts costumam ser a própria razão da viagem. Caso não haja vaga, a agência deve avisá-lo. A você cabe decidir se prefere mudar a data da viagem ou escolher outro resort.

Se eu não gostar do hotel, posso exigir troca?
Depende. Você tem o direito de escolher outro se apresentar razões objetivas, como reforma barulhenta ou o fato de ter sido encaminhado a um hotel diferente e abaixo do nível do prometido. “As pessoas têm o direito de entrar em contato com a agência e explicar por que estão pedindo a mudança”, diz Leonel Rossi, diretor da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav). “A gente troca, desde que seja possível e a questão não seja subjetiva. Às vezes o lugar é bom, mas o hóspede reclama da decoração do quarto.”

Fonte..:: Viaje aqui consultado em 08 de dezembro de 2009 / Dicas de Viagem

(turismo, hotelaria, transporte)

Disponibilizado Sistema Nacional de Dados Ambientais do INPE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais

Dentro do propósito de desenvolver suas atividades em todo o território brasileiro, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) inaugura na sexta-feira (26/11) o Sistema Nacional de Dados Ambientais (Sinda) no seu Centro Regional do Nordeste (CRN), localizado em Natal (RN).

Até então, as operações de processamento e disseminação de dados ambientais por satélites eram feitas na unidade do Inpe de Cachoeira Paulista (SP), no Centro de Missão de Coleta de Dados, que foi levado para a capital norte-rio-grandense e integrado à sede do Centro Brasileiro de Coleta de Dados (CBCD). O novo serviço já está à disposição dos usuários neste endereço http://sinda.crn2.inpe.br/PCD/

O objetivo da transferência para o CRN/Inpe é centralizar e ampliar as atividades de pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias de coleta de dados ambientais, atendendo ao mesmo tempo a uma demanda regional de monitoramento espacial do semiárido e do atlântico tropical. O uso de tecnologias espaciais e de instrumentação inovadora viabilizará, entre outras atividades, o monitoramento de manguezais, de pescas e de zoneamento urbano.

O Brasil dispõe de um sistema de coleta de dados por satélite para monitoramento ambiental, construído e operado pelo Inpe, desde a década de 90. Este sistema fornece dados para instituições nacionais governamentais e do setor privado que desenvolvem aplicações e pesquisas em diferentes áreas. Entre elas, podem ser citadas o monitoramento de bacias hidrológicas, a previsão meteorológica e climática, o estudo da química da atmosfera, o controle da poluição, a previsão e mitigação de catástrofes e a avaliação do potencial de energias renováveis.

SCD - Hoje, o Sistema de Satélites Coleta de Dados (SCD) conta com a operação de dois satélites brasileiros da série SCD (SCD-1 e SCD-2), lançados na década de 90. A modernização e revitalização do sistema SCD é uma das prioridades de desenvolvimento e atuação do Inpe em âmbito nacional, principalmente para atender à demanda de alerta de desastres naturais.

Fonte..:: MundoGeo

Seminário Imagem Internacional: Brasil entre os mais admirados do mundo

Durante abertura do seminário sobre a Imagem Internacional do País, promovido pela Embratur, consultor inglês fala sobre o posicionamento do país.

Ao lado do presidente da Embratur, Mário Moysés, e do presidente do Instituto Marca Brasil, José Zuquim, o consultor britânico Simon Anholt, especialista em imagem internacional de países, abriu o primeiro dia de palestras do Seminário A Imagem do País e a Promoção Turística Internacional, que será encerrado na tarde de hoje (30), em Brasília. Na palestra Formação da imagem do país e seus impactos no turismo, o consultor destacou a posição do Brasil em 20º lugar como um dos países mais admirados no mundo. A posição de destaque foi conquistada na pesquisa realizada em 2009, por Anholt, que desenvolve o estudo desde 2005 e entrevista mais de 20 mil pessoas no mundo todo sobre a imagem de 50 países diferentes. O seminário é promovido pela Embratur e organizado pelo Instituto Marca Brasil.

A 20ª colocação põe o país como o primeiro emergente da lista e o primeiro a conseguir figurar entre os 20 melhores colocados. Encabeçam a lista os Estados Unidos, a França e a Alemanha. Anholt explicou a avaliação da pesquisa é uma espécie de "Marca do país", baseada em seis grandes temas que vão compor um hexágono para representar um país. Os seis temas são: produtos daquele país, os governos, a cultura nacional, as pessoas, o turismo e os investimentos aliados à imigração recebidos por aqueles países. "Essa imagem, a reputação de um país, é seu bem mais valioso", avaliou.

Na tarde de ontem, a mesa foi composta pelo presidente da Embratur, Mário Moysés, o secretário executivo da Secretaria de Comunicação da Presidência, Ottoni Fernandes Junior, o embaixador do Ministério das Relações Exteriores, Norton Rapesta, e o secretário executivo do Ministério do Esporte, Waldemar Manoel Silva de Souza. Os especialistas em comunicação e promoção do Brasil no exterior falaram sobre as estratégias de comunicação usadas para promover o País no mercado internacional e a importância de melhorar a visão dos brasileiros em relação ao seu próprio País. O tema também abrangeu a divulgação e preparação do Brasil para os grandes eventos esportivos - Copa do Mundo e Olimpíadas - que o país sedia nos próximos anos.

O secretário executivo do Ministério dos Esportes, Waldemar Manoel Silva de Souza, também falou sobre a importância de planejar antecipadamente as ações de divulgação do Brasil. "Cada uma das nações que já sediou esses eventos esportivos, usou ações de comunicação e slogan para divulgar uma ideia. O nosso desafio é pensar na imagem que queremos passar."

Por último, cerca de 300 convidados assistiram à palestra do especialista Simon Anholt sobre o Papel da Iniciativa Privada na formação da imagem País. Simon falou sobre o Brasil desenvolver os sistemas, estratégias e estruturas a fim de projetar uma corrente inquebrável de reputação. "A reputação de um país depende da coalização de ações do governo e das pessoas. A opinião pública é a verdadeira superpotência do mundo", disse.

Fonte..:: ASCOM - MTur / Gesttur

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Fora da Rotina: Na Corda Bamba com o Slackline

Para praticar este esporte de aventura, é precisa exercitar o equilíbrio

Por..:: Ana Cordeiro

No circo, quando os tambores soam e as luzes apontam para o alto, os equilibristas mostram uma destreza que aos nossos olhos parece impossível de imitar. Mas saiba que andar na corda-bamba não é mais só para quem pode, é para todo mundo que quer! E prova disso são os praticantes do slackline.
Foto de..:: Carlos Fontoura - Slackline em Santos (SP)

Inspirado na arte circense, esse esporte surgiu nos anos 80, quando dois escaladores na Califórnia resolveram amarrar suas cordas em espaços como estacionamentos e parques, para caminhar sobre ela. Ao longo dos anos, o esporte ganhou visibilidade e praticantes, sendo que os de perfil mais aventureiro começaram a realizar coisas improváveis, como andar em cima de uma corda entre vales, prédios e montanhas (veja nos vídeos abaixo).

Como começar
Uma das vantagens do slackline é que você só precisa comprar uma fita como esta e arrumar um local adequado para amarrá-la. No começo, uma ajudinha de alguém que já tem experiência é super bem-vinda.

“Nas cidades praianas a galera costuma usar os coqueiros localizados na faixa de areia e em cidades como São Paulo já existem academias e ginásios de escalada que dispõem de pontos e fitas para a prática com total segurança”, afirma o instrutor Carlos Fontoura, que sugere uma pesquisa na internet para encontrar os chamados slack points na sua cidade.

Sem restrições quanto à idade, o slackline só exige algum cuidado com a segurança. “Atividades esportivas, principalmente as de aventura, nunca devem ser praticadas sozinho. Tenha pelo menos um amigo ou parente que acompanhe você”, recomenda Fontoura.

Não desista!
Até você conseguir manter um certo equilíbrio pode demorar um pouco e alguns tombos são inevitáveis. Por isso, os iniciantes devem usar uma fita de 3 a 5 metros de comprimento, a uma altura em torno de 30 a 60 cm do solo.

O instrutor lembra ainda que o importante na primeira fase é a persistência. “É uma disputa interna contra você mesmo e seus limites”, avisa. Uma boa postura, uma corda montada próximo ao chão e o apoio de amigos são fundamentais para um desenvolvimento sem lesões sérias.

Radicalizando
O slackline é bastante praticado pelos esportistas que adoram aventura, como skatistas e surfistas em busca de melhor equilíbrio. E para quem quer sentir ainda mais adrenalina, existem variações da modalidade, como o trickline e waterline, praticados na água, e o highline, para grandes alturas, como prédios e montanhas. Só para profissionais com muita coragem!

Inspire-se!

Para saber mais sobre o slackline e os pontos de encontro, acesse: http://blogbrasiladventures.blogspot.com/





Para curso capacitação em Slackline..:: AQUI no Blog Caiçara

(ecoturismo)

Somos Vencedores do Prêmio Top Blog

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Somos Vencedores do PRÊMIO TOP BLOG (2013/2014). Categoria: VIAGENS E TURISMO.