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Costa da Mata Atlântica
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segunda-feira, 29 de março de 2010

Comparações: VLT x MONOTRILHO


VLT - Veículo Leve sobre Trilhos

* Acessibilidade: piso baixo, ao nível da rua, facilitando o acesso dos passageiros em geral e garantindo o acesso de pessoas com locomoção reduzida.
* Referências: o VLT, assim como o metrô, é um meio de transporte consolidado para utilização em cidades de demanda. Há referências em todo o mundo(como Brasília).
* Segurança: em caso de acidente, o socorro chega normalmente, na rua. Novas estações podem ser adicionadas facilmente. O reparo é feito normalmente. Fácil integração com outros sistemas (está na altura da rua, onde os outros meios estão).

* VLT: utiliza somente energia elétrica, limpa e renovável

* VLT: harmoniza com a urbanização: possibilidade de não utilização de catenária, que se adequa a cidades tombadas. (alimentação pelo solo e baterias)

Monotrilho - Monorail

* Estações dificultam acesso: a via é segmentada, portanto é necessário ter uma estação, dificultando a acessibilidade.

* Sistema pouco aceito para o transporte de massa: é mais comum em parques de diversão ou cidades turísticas. Na Europa é pouco aceito para transporte de massa, por questões de segurança.

* Segurança: em caso de emergência, a evacuação é difícil, especialmente se o trem estiver cheio (transporte de massa). Há ainda o risco de carros e veículos maiores se chocarem contra as colunas de sustentação, comprometendo a estrutura.
* Dada a infraestrutura mais complexa, há dificuldade de implementar novas estações. Até mesmo o reparo estrutural é complicado.

* Integração mais difícil com outros sistemas (metrô é subterrâneo, ônibus são na altura da rua, o monotrilho é alto).

* Monotrilho usa pneus (para o rolamento e nas laterais da viga) – gasto maior de manutenção e consome borracha, que gera poluição.

* Compromete a urbanização: estações altas não se adequam a cidades tombadas.

* Custa aproximadamente 70% mais caro que um VLT (média de mercado, pois o projeto depende muito de cada cidade).

Fonte..:: VLT

Saiba mais..:: VLT - Veículo Leve sobre Trilhos

Saiba mais..:: Monotrilho - Monorail
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1 Comentários

1 comentários:

  1. A capacidade do Monotrilho previsto para a linha 15-Prata, para carruagens com largura de 3,15 m (Standard), e comprimento da composição total de ~86 m e com 7 vagões, é de ~1000 pessoas, concorrendo com o BRT e o VLT, contra para a mesma largura, porém com comprimento de ~132 m e com 6 vagões é de ~2000 pessoas para o Metrô, e com comprimento de ~170 m e com 8 vagões é de ~2550 pessoas para os Trens Suburbanos, significando com isto que a capacidade do metrô e dos trens suburbanos são no mínimo o dobro do monotrilho, trafegando na mesma frequência.

    A taxa de ocupação máxima recomendada mundialmente é de 6 pessoas por m².

    Comparativos: A capacidade é expressa em número de passageiros por hora por sentido (p/h/s), assim BRT, VLT, Monotrilho – 4000 a 25000 p/h/s, vagões, é de ~1000 pessoas, são considerados de “Média demanda”, enquanto Metrô, Trens suburbanos – 20000 a 60000 p/h/s sendo considerados de “Alta demanda”.

    Estão previstas plataformas centrais para saídas de emergência em todo seu trajeto, obrigatórias para esta função, constam na especificação técnica que iram existir, além das escadas retráteis!!! (de uso duvidoso).

    A largura padronizada dos carros para os três são de 3,15 m. Não confundir com os trens suburbanos espanhóis da CPTM-SP e alguns da SUPERVIA-RJ de ~2,8 m que possuem uma plataforma (gambiarra) em frente ás portas para compensar o vão.

    O monotrilho da linha 15-Prata, com ~26,5 km, Ipiranga, Cidade Tiradentes irá trafegar em uma região de alta demanda reprimida na zona Leste, com a intenção de migração de parte da linha 3-Vermelha (a mais saturada do sistema) maior do que as linhas 4-Amarela, 5-Lilás e a futura 6-Laranja, e já nasce subdimensionado, além de ser uma tremenda incógnita, quando ocorrer uma avaria irá bloquear todo sistema, pois ao contrário que ocorre com os trens suburbanos, metrô e VLT em que o chaveamento em “Y” é simples, facilitando a interpenetração e integração em linhas diversas, nos monotrilhos a mudança das carruagens para a via oposta se da de maneira complexa, com grandes distâncias entre si entre as estações, além de trafegarem em média a 12 m do piso.

    A melhor opção seria o prolongamento da linha 2 Verde, com bifurcação em “Y” na estação Vila Prudente, com a previsão da futura linha para Vila Formosa, e até São Mateus e a partir daí seguir em VLT ou Monotrilho, até a cidade Tiradentes, (Após as obras começadas, a estação terminal será na estação Ipiranga da CPTM), Vila Prudente basicamente será uma estação de transbordo.

    Nem conseguiram acabar com o caos da estação da Luz, e já estão "planejando" outros inúmeros transbordos na nova estação Tamanduateí com as linhas 10 Turquesa, 2 Verde, e os monotrilhos Expresso ABC e Expresso São Mateus Tiradentes, com um agravante, de que as plataformas da estação Tamanduateí são mais estreitas que a Luz, e não satisfeitos, já prevendo a expansão em linha reta em monotrilho, é assim nas linhas 2 Verde, com a futura ligação com a 5 Lilás na Chácara Klabin e o projeto da linha 6-Laranja com transbordo obrigatório caso os usuários desejem prosseguir viagem, fazendo que tenham que fazer múltiplos transbordos provocando enorme desconforto.
    Os planos da CPTM de desativar a estação Julio Prestes CPTM em foco-“Estação Júlio Prestes poderá ser fechada”, sob a alegação que esta subutilizada, é mais um capítulo do descaso que se impõem aos usuários de trens suburbanos, faz com que todos tenham prejuízos com esta decisão, porém os usuários da linha 10-Turquesa (ABC) foram os mais prejudicados.

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