Turismo Consciente na
Costa da Mata Atlântica
(Baixada Santista)
BLOG CAIÇARA

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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

sábado, 13 de novembro de 2010

Reduza o Consumo d'água: Showerdrop: Chuveiro Ecológico

A empresa Eco Kettle desenvolveu uma maneira de diminuir o desperdício debaixo do chuveiro: o relógio “Showerdrop”. Ele calcula a quantidade de água que gastamos durante o banho e alerta quando passamos do limite recomendado

Cerca de 1/3 do total de água gasto em casa se esvai pelo ralo do chuveiro. Por isso, foi criado este relógio em forma de gota: ele mostra qual é a quantidade de água usada em cada banho. O mecanismo é bem simples. Basta calcular quanto tempo seu chuveiro leva para encher uma vasilha de 1 litro para regular o relógio. E pronto.

A cada banho, você fica sabendo quanto gastou de água – e se passar da quantidade recomendada (35 litros), ele alerta. Você vai cantar quando souber o quanto poupou de água e o quanto economizou na conta. Só que fora do chuveiro. Sob encomenda na internet.


(recicle suas idéias)

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Projeto Uniduto - 600km de Dutos para escoar Etanol - Do interior de São Paulo para a Baixada Santista

Projeto Técnico
Atualmente em fase de licenciamento ambiental, o projeto prevê uma rede de aproximadamente 600 Km de dutos, com quatro centros coletores no Estado de São Paulo localizados nas cidades de Serrana , Botucatu, Anhembi e Santa Bárbara d’Oeste , dois terminais de distribuição para o mercado interno, em Paulínia e Caieiras, na Região Metropolitana de São Paulo, e um terminal de exportação na Baixada Santista , onde também operará um porto próprio offshore.


Conheça o projeto preliminar da Dutovia.

Os centros coletores estão estrategicamente posicionados, permitindo integração com outros modais. O terminal de Botucatu permitirá a interação com o transporte rodoviário e ferroviário, alcançando a produção do norte do Paraná; o de Anhembi, que inclui a instalação de um porto fluvial, permitirá a interação com o transporte rodoviário e hidroviário realizado na Hidrovia Tietê-Paraná que, com seus 1.200 km navegáveis, ajudará a escoar a produção do etanol de parte do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul; já a base de Serrana ajudará a escoar, além da grande produção dessa região do Estado de São Paulo, parte do etanol produzido em Goiás e no Triângulo Mineiro (MG), através da integração com rodovias e ferrovia.

A base a ser instalada em Santa Bárbara d’Oeste será uma unidade concentradora, sendo prevista também a captação rodoviária e ferroviária. A chegada do etanol a ser exportado pelo porto instalado na Baixada Santista será por intermédio dos dutos, evitando a utilização de caminhões na descida da Serra do Mar. O abastecimento dos navios será realizado através de um sistema de monobóia, solução bastante eficiente para manuseio de líquidos em grandes volumes. A navegação de cabotagem – feita pela costa brasileira – ajudará a transportar o etanol para outras regiões do Brasil, como Sul e Nordeste.

Os estudos e relatórios para o licenciamento ambiental foram feitos de acordo com a legislação brasileira, prevendo o controle e a mitigação de impactos ambientais negativos, bem como compensações ambientais e sociais. Tanto a licença ambiental quanto as demais autorizações estão previstas para o primeiro semestre de 2011. A construção do duto se iniciará após a obtenção dessas licenças e o início das operações está previsto para 2013.

Audiências Públicas !!!! Atenção
Nas próximas semanas uma séria de Audiências Públicas para apresentar o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) do Projeto Uniduto.

As audiências, coordenadas pelo Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema), fazem parte do processo de licenciamento ambiental do Projeto Uniduto e visam apresentar à população as principais características do empreendimento.

Confira abaixo a agenda completa das Audiências Públicas:
1ª Audiência –Campinas
Quando: 21de outubro, às 17h
Onde: Plenário José Maria Matosinho da Câmara Municipal, Avenida da Saudade, nº. 1.004, Ponte Preta, Campinas/SP.

2ª Audiência – Botucatu
Quando: 26de outubro, às 17h
Onde: Auditório do Colégio La Salle, Praça Dom Luis Maria de Santana, nº 272 - Centro, Botucatu- SP.

3ª Audiência – Serrana
Quando: 28de outubro, às 17h
Onde: Salãodo Clube Recreativo de Serrana, Praça da Matriz, Centro, Serrana-SP.

4ª Audiência – Santa Bárbara d’Oeste
Quando: 11de novembro, às 17h
Onde: Anfiteatro Municipal “Detinha Dagnoni”, Avenida Monte Castelo, nº. 1.000, Jardim Primavera(Paço Municipal), Santa Bárbara d’Oeste/SP.

5ª Audiência – São Paulo
Quando: 16de novembro, às 17h
Onde: Auditório Brasil do “Auditórios na Paulista”, Avenida Paulista, nº. 1.176, piso Loja,Cerqueira César, São Paulo/SP.

6ª Audiência – Descalvado
Quando: 25de novembro, às 17h
Onde: Cinema Teatro Estação, Avenida Dom Pedro II, s/nº., Centro, Descalvado/SP.

7ª Audiência – Praia Grande
Quando: 30 de novembro, às 17h
Onde: Câmara Municipal da Estância Balneária de Praia Grande, Praça Vereador Vital Muniz, nº. 01, Boqueirão, Praia Grande/SP.

8ª Audiência – São Bernardo do Campo
Quando: 2 de dezembro, às 17h
Onde: Anfiteatro da Universidade Metodista de São Paulo, Rua do Sacramento, 230, Rudge Ramos, São Bernardo do Campo/SP.



É muito Importante a Participação da População nas Audiências Públicas. Vamos Participar..

Temos que ter certeza que será um projeto benéfico.

Sustentabilidade nos negócios: empresa sustentável

Por Chan Wook Min.

A sustentabilidade é uma das questões mais comentadas atualmente no mundo dos negócios. Não por acaso, ela tem pautado as atividades de grandes setores da economia, como transportes, infraestrutura e tecnologia. No marketing e no varejo, segmentos que sempre acompanham as principais evoluções do mercado, a realidade não poderia ser diferente. Mas, infelizmente, ainda temos um longo caminho a percorrer. Estima-se que, da infinidade de materiais de comunicação implementados no ponto de venda, algo em torno de 50% acaba sendo descartado muito antes do prazo estimado.

Para contextualizar este cenário, é importante lembrarmos que, a cada momento, o ponto de venda conquista mais importância e uma fatia cada vez maior do budget é destinado às estratégias de marketing. Algumas das maiores marcas anunciantes do Brasil chegaram até a quintuplicar os investimentos em comunicação no PDV, o que pode ser considerado como uma grande conquista para o segmento. Porém, para gerar os resultados previstos e estimados e se fortalecer como estratégia de marketing das grandes companhias, é preciso otimizar a utilização e evitar o desperdício dos materiais de comunicação no PDV.

Seja porque as peças de comunicação não combinam com o ambiente da loja, porque falta espaço para a implementação, porque o material é desproporcional à área de exposição ou porque "polui" o ambiente de vendas, o fato é que o descarte precoce dos materiais interrompe o planejamento de comunicação da indústria e coloca a perder todo o esforço e trabalho da indústria, das agências e empresas fornecedoras de materiais. Consequentemente, o descarte pode influenciar diretamente a motivação para o investimento em ponto de venda e encarecer este processo, uma vez que os resultados esperados em venda deixam de ser alcançados.

Mas de quem é a culpa por tanto desperdício? À primeira vista, pode parecer que a manutenção e o destino das peças de comunicação são de total responsabilidade do varejo. Porém, não é bem assim. Se analisarmos a questão mais de perto, veremos que o problema está no início do processo, na criação das peças de comunicação, o que envolve a indústria, as agências e os fornecedores de materiais.

O grande desafio para solucionar o problema passa, necessariamente, pela comunicação. Varejo e indústria precisam conversar para entender e ajustar melhor quais as necessidades de cada um e propor soluções para otimizar as atividades de marketing no ponto de venda.

Para que essa comunicação torne-se eficaz, a indústria precisará se desvencilhar de uma característica que hoje mantém rigorosamente: a produção de materiais de comunicação "padronizada" para implementação em todo tipo de varejo. Se as lojas são diferentes em tamanho, espaço de exposição, proposta, estilo e público, é necessário planejar comunicações diferenciadas, para atingir o shopper com eficiência.

Compreender o que o varejo precisa e produzir com foco específico em redes personalizadas pode aumentar os investimentos na criação de materiais, que se adéquem melhor às necessidades do ponto de venda. Já ao varejo, abre-se um outro desafio. Se a indústria propuser uma conversa aberta, o varejo deverá ser capaz de dar um retorno rápido e preciso sobre o tipo de comunicação que ele quer e pode comportar. Por isso, o desafio será o de otimizar processos internos a fim de se transitar decisões de forma rápida dentro da loja, agilizando e dinamizando as necessidades da indústria.

O tema e o desafio já estão expostos. Agora é discutir e avaliar as melhores formas de solucionar o problema.

Chan Wook Min - é presidente do POPAI Brasil - The Global Association for Marketing at Retail

Fonte..:: Administradores

Imagem..:: Voa jacaré voa

(recicle suas idéias)

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Somos Vencedores do PRÊMIO TOP BLOG (2013/2014). Categoria: VIAGENS E TURISMO.