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terça-feira, 9 de novembro de 2010

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Peixe Atum em risco de extinção

Por Roberto Mielgo Bregazzi*

As capturas totais de atum vermelho do Atlântico oriental e do Mar Mediterrâneo deverão ser iguais a zero entre 2011 e 2013 se quisermos salvar esta espécie da extinção, afirma neste artigo o analista Roberto Mielgo Bregazzi.

Madri, Espanha, 8 de novembro (Terramérica).- O risco de extinção do atum vermelho do Atlântico (Thunnus thynnus) será novamente tema dominante da conferência anual da Comissão Internacional para a Conservação do Atum Atlântico (ICCAT). A reunião, que acontecerá em Paris entre 17 e 27 de novembro, será para alguns uma nova “mise-en-scène” para os meios de comunicação, para fazer parecer bom para o ambiente o manejo das áreas de pesca, o que foi definido como uma “vergonha internacional”. Para outros, a reunião fracassará novamente.

De fato, a incapacidade está profundamente enraizada na essência genética deste organismo intergovernamental para o manejo das áreas pesqueiras, mas na realidade controlado pela indústria pesqueira. Em 2006, a ICCAT adotou um plano de 15 anos para a recuperação do atum, que foi modificado em 2008 e 2009. Os fracassos para aplicar as medidas acordadas de manejo dos pesqueiros e as regras básicas pesam na pesca do atum vermelho há quatro anos.

A estendida e ilegal pesca abusiva e sua fraudulenta “lavagem” no mercado negro, com a conivência de governos representados na ICCAT, que por sua vez ofereceram dados insuficientes e inexatos sobre capturas, são práticas comuns desde 2006. Um informe divulgado em outubro, com os resultados do primeiro programa oficial regional de observação da ICCAT, mostra que o rastreamento dos atuns, dos barcos de pesca até as fábricas, é, no mínimo, imperfeita, apesar das normas e dos recursos destinados ao controle dessas atividades, o que confirma a completa ineficácia da Comissão para cumprir suas próprias regras.

Os registros de mercado que estabelecem quanto atum foi pescado e processado no Mediterrâneo e leiloado fresco no Japão, entre 2003 e 2008, mostra uma queda de 37% no tamanho médio dos peixes. A tendência é consequência do forte aumento da mortalidade pela pesca de peixes maiores, informado pelo Comitê Científico da ICCAT no período 2000-2005, o que provocou uma grave redução de fêmeas maiores de oito anos.

Essa foi uma das verdadeiras razões da tentativa de fazer uma lista com as existências de atum “tipo bonsai” no Apêndice I da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora Silvestres, em sua reunião de março deste ano no Catar. A audaciosa, mas fracassada, listagem, promovida por organizações ambientalistas, teve a encarniçada oposição dos barões da indústria pesqueira apoiados pela poderosa diplomacia do Japão, enquanto um confuso e ineficaz Estados Unidos se mantiveram à parte.

Em outubro, o comitê científico apresentou uma nova avaliação, que será examinada em Paris, para determinar os limites de captura do atum vermelho a partir do próximo ano. O informe indica que os dados disponíveis são insuficientes para determinar a verdadeira situação das reservas do Atlântico oriental e do Mediterrâneo. No ano passado, a ICCAT adotou o limite de Capturas Totais Admissíveis (TAC), que chega a 13.500 toneladas para 2010, o que contradisse novamente o aconselhado pelos cientistas.

Além disso, a ICAAT decidiu posteriormente apresentar um plano de três anos (2011-2013) na reunião deste mês com base nos conselhos do comitê científico. Entretanto, e segundo o último e débil assessoramento do comitê, querem nos fazer crer que a manutenção das atuais TAC seria coerente com a meta de recuperação de 60% das reservas até 2022. Contrastando com essa infundada previsão, a comissária europeia de Pesca e Assuntos Marinhos, Maria Damanaki, deixou claro que a posição da União Europeia (UE) será coerente com os objetivos, compromissos e contextos legais do bloco.

Os 27 países da UE estão obrigados a adotar medidas de manejo dos pesqueiros que permitam recuperar as existências de peixes em suas águas até 2020, o que equivale a uma cota anual de atum vermelho da ICCAT na escala de zero a seis mil toneladas. Contudo, os senhores da indústria pesqueira alertam que “reduzir a cota de 13.500 toneladas para seis mil toneladas significaria que a tentação de pescar ilegalmente aumentaria, já que na maioria dos casos as capturas admitidas não permitiriam aos pescadores nem mesmo recuperar os custos”.

Até haver progresso substancial em todas as frentes, o manejo da pesca deveria estar sujeito a:

- Uma TAC zero para 2011-2013
- Fechamento para pesca direta dos locais de criação na temporada de desova.
- Imediata suspensão de toda pesca industrial pelos barcos de atum que fornecem o produto para as fábricas do Mediterrâneo, onde a produção está bem acima de 75% do total de capturas.
- A redução de 5.192,6 toneladas das futuras cotas destinadas à França para penalizá-la por sua pesca excessiva em 2007, segundo as regras sobre devolução de cotas.
- A criação de santuários em correlação com os lugares de desova para que as existências de biomassa de desova possam recuperar níveis de sustentabilidade.

Até então, o império da lei deve impedir que os ladrões de atum continuem saqueando as riquezas de nossos mares. Nada menos do que isso será suficiente para os decepcionados contribuintes que subsidiam generosamente esta vergonha ambiental, política, legal e econômica.

Artigo produzido para o Terramérica, projeto de comunicação dos Programas das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e para o Desenvolvimento (Pnud), realizado pela Inter Press Service (IPS) e distribuído pela Agência Envolverde.
* O autor é analista de mercado e consultor independente sobre a indústria do atum vermelho. Direitos exclusivos IPS.

Fonte..:: Envolverde/Terramérica

Créditos imagem..:: enviport

© Copyleft - É livre a reprodução exclusivamente para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída.

Curso de Biologia: Sementes, Mudas, Árvores e Florestas

A UMAPAZ oferece de 18 de novembro a 09 de dezembro - 2010, o curso Sementes, Mudas, Árvores e Florestas com o objetivo de capacitar agentes interessados em participar da rede de coleta e beneficiamento de sementes para dispersão planejada no meio ambiente urbano, garantindo que as belezas de nossas florestas sejam mantidas para as atuais e futuras gerações.

As aulas serão ministradas por Yone K. F. Hein, nos dias 18 e 25 de novembro e 02 e 09 de dezembro - 2010, às quintas-feiras, das 14h às 17h, com coordenação de Eveline Limaverde. O curso é aberto a todos os interessados e prevê aulas teóricas e atividades práticas realizadas no Viveiro do Parque Ibirapuera.

Programa:
1º encontro (18/11): Flora arbórea e sua diversidade.
2º encontro (25/11): Coleta de sementes.
3ºencontro (02/12): Beneficiamento, quebra de dormência, semeadura em bandejas, tubetes e sacos.
4º encontro (09/12): Solos, nutrição, envasamento de plântulas, plantio de árvores em áreas urbanas.

Facilitadora:
Yone Hein – Bióloga, docente da Umapaz, atua em educação ambiental para sustentabilidade com visitas monitoradas ao Viveiro Manequinho Lopes. Colabora com DEPAVE-2 na produção de mudas, coleta de sementes junto a seção de Pesquisa da Divisão de Produção de Mudas de SVMA/ DEPAVE, onde realiza projetos de pesquisa.

Público: Administradores de parques municipais, estagiários e funcionários de parques e áreas verdes.

Coordenação: Eveline Limaverde

Dias e Horário: 18 e 25 de novembro e 02 e 09 de dezembro - 2010, às quintas-feiras, das 14h às 17h

Local: UMAPAZ – Av. IV Centenário, 1268, Portão 7-A

Vagas: 20 – HAVERÁ SELEÇÃO

Inscrições: envie ficha abaixo para inscricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO


Curso: “Sementes, Mudas, Árvores e Florestas”

1. NOME COMPLETO:
2. Idade:
3. Sexo: ( ) M ( ) F
4. RG: Órgão: UF:
5. CPF:
6. Escolaridade: ( ) Ensino Médio ( ) Ensino Superior
7. Área de formação:
8. Setor em que trabalha:
Empresa privada ( )
Organização não governamental ( )
Órgão Público ( )
9. Se Conselheiro, em que CADES Regional exerce a função:
10. Se profissional da área ambiental, qual atividade que exerce atualmente:
11. Se servidor público, informe Nº RF e local onde exerce atividades:
12. Se educador, instituição em que exerce a função:
13. Endereço residencial:
14. Bairro: 15. CEP:
16. Região: ( ) Norte ( ) Sul ( ) Leste ( ) Oeste ( ) Centro ( ) Outro Município
17. E-mail:
18. Telefone fixo:
19. Telefone celular:
20. Por que deseja participar deste curso?
21. Você já desenvolve algum trabalho relacionado ao tema do curso? Qual?

Recebido por email..:: Fórum Rebia Sudeste

(ecoturismo, papo de biologia, evento_programação, turismo pedagógico)

Carne bovina: produção sustentável

Por Redação WWF-Brasil.

A Rede WWF e as lideranças mundiais da indústria de carne bovina anunciaram nesta quinta-feira (04), o compromisso de melhorar a sustentabilidade do sistema de carne bovina com o engajamento -- em escala nacional, regional e local -- das múltiplas partes interessadas.

Mais de 300 partes (stakeholders) reunidas esta semana na cidade de Denver, no estado do Colorado, nos Estados Unidos, para uma conferência com duração de três dias, conseguiram esclarecer questões chaves, tanto positivas quanto negativas, e alcançar uma posição comum para influenciar a sustentabilidade do sistema produtivo da carne bovina.

"Foi um evento inédito e um grande primeiro passo nessa jornada para se obter uma indústria de carne bovina que seja mais sustentável", afirmou Jason Clay, vice-presidente sênior de Mercados do WWF-Estados Unidos.

"Nesse planeta de recursos (naturais) finitos, as partes interessadas na carne bovina em todo o mundo compreendem o valor do negócio, o valor social e o valor ambiental de se fazer mais com menos. Esse processo envolve múltiplas partes interessadas e permitirá partir das práticas atuais para construir uma melhoria contínua em todo o sistema mundial de carne bovina".

Cresce a demanda mundial de carne bovina como importante fonte de proteína para várias populações no mundo. A população mundial deve atingir um pico de mais de 9 bilhões até 2050 e, por isso, a indústria e as ONGs parceiras compartilham o interesse de melhorar a produção da carne em algumas das regiões mais sensíveis do mundo, do ponto de vista ambiental.

A Conferência Mundial sobre Carne Sustentável reuniu todos os elementos da cadeia de fornecedores mundiais de carne bovina e ainda uma grande variedade de outras partes interessadas neste tema, inclusive acadêmicos, cientistas e lideranças de ONGs, para um diálogo construtivo e uma avaliação do atual estado de sustentabilidade da indústria da carne.

Eles participaram de uma série de painéis e sessões extras para discutir cerca de oito questões chaves relativas ao meio ambiente, à economia e à sociedade - alimento e nutrição, comunidade, água, mão de obra e negócio, manejo do uso da terra, energia, biodiversidade e emissões de gases de efeito estufa.

A conferência serviu para realimentar vigorosamente a discussão sobre uma "linha base tripla" para se alcançar a sustentabilidade ambiental, social e econômica.

Ao final da conferência, os participantes receberam o desafio de incorporar o resultado dessa discussão no desenvolvimento de programas de base que enfatizem a carne sustentável, incentivados pelas novas relações desenvolvidas em Denver.

"Este é o primeiro passo, bem vigoroso, para reunir todas as partes interessadas que são têm papel chave nesse processo e envolvê-las num diálogo transparente para identificar o real potencial da indústria de carne bovina de se tornar mais sustentável", afirmou Gary Johnson, diretor sênior da Cadeia Mundial de Fornecedores da McDonalds.

"Ao incorporar a sustentabilidade nas próprias operações da Walmart, nós vimos, em primeira mão, as oportunidades criadas para aumentar a eficiência e reduzir custos", comentou Pete Eckes, diretor sênior de desenvolvimento de negócios para a carne da Walmart.

"Ao fazer das práticas de sustentabilidade dos produtores e fornecedores um fator de decisão na escolha de qual carne bovina comprar para as nossas 8.500 unidades no mundo, a Walmart e o Sams Club podem proporcionar o acesso aos clientes que é necessário para fazer com que esse esforço seja bem sucedido".

Os líderes dessa conferência concordaram com uma série de próximos passos no processo de carne bovina sustentável com a participação de múltiplas partes interessadas.

Eles irão garantir o compromisso continuado e freqüente na escala regional e mundial, bem como documentar e comunicar as experiências coletivas por meio de redes de base científica, além de expandir as parcerias para alcançar uma sustentabilidade maior para essa indústria.

Pecuária orgânica no Pantanal
O técnico do Programa Cerrado-Pantanal, Ivens Domingos, e o coordenador do Programa Agricultura e Meio Ambiente do WWF-Brasil, Cássio Moreira Franco, participaram da conferência para acompanhar as discussões.

A articulação com o segmento da pecuária é necessário para o WWF-Brasil, que já vem atuando com esse segmento desde 2003. O trabalho envolve principalmente o apoio ao projeto de pecuária orgânica certificada no Pantanal, em parceria com associações de produtores orgânicos do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. O objetivo é buscar alternativas que permitam aliar a atividade produtiva da pecuária e a conservação dos recursos naturais do Pantanal.

Além do apoio à pecuária orgânica no Pantanal, o WWF-Brasil também atua no estímulo a boas práticas produtivas para o segmento da pecuária. Esse trabalho é feito por meio das discussões e participação no GT da pecuária sustentável, que envolve representantes dos diversos elos que compõem a cadeia produtiva da carne.

Fonte..:: Envolverde/WWF-Brasil

(recicle suas idéias, receitas culinária)

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Somos Vencedores do PRÊMIO TOP BLOG (2013/2014). Categoria: VIAGENS E TURISMO.