Turismo Consciente na
Costa da Mata Atlântica
(Baixada Santista)
BLOG CAIÇARA

Tradutor:

Mostrando postagens classificadas por data para a consulta planeta animal. Ordenar por relevância Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens classificadas por data para a consulta planeta animal. Ordenar por relevância Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Cuidados com os animais de estimação em dias muito quentes

Em dias muito quentes e abafados, as pessoas procuram aliviar a sensação de calor com roupas leves, banhos, bebidas geladas, etc.. Mas você já parou para pensar como se sentem os cães nesses dias? Recobertos pela pelagem, seria como se você estivesse vestindo um casaco de inverno em pleno verão... Por esse motivo, devemos tomar alguns cuidados com nossos animais durante as épocas quentes.  

Cães e gatos, além da pelagem, que piora a sensação de calor, não possuem glândulas de suor, ou seja, eles não suam como as pessoas. O mecanismo da sudorese faz com que a temperatura do organismo diminua. Sem esse recurso, os animais ficam de boca aberta no calor, ofegando, isto é, fazendo com que o ar frio entre e resfrie seu corpo. Quanto mais ofegantes estão, mais calor estão sentindo.

Com essas 'desvantagens', dá para concluir que os animais podem passar maus momentos com o calor extremo. As raças de cães muito peludas e adaptadas a invernos rigorosos sofrem ainda mais, pois além da pelagem e a falta de glândulas de suor, possuem uma camada de gordura sob a pele, para protegê-los do frio.

Para garantir o bem-estar dos animais no verão, passamos algumas dicas:

1. Deixe água fresca e, se possível, resfriada (não gelada), no bebedouro do cão. Vá trocando durante o dia. Alguns cachorros costumam bater as patas dentro do recipiente de água para se molharem quando está calor. Não há problemas nisso, mas observe sempre para que o cão não fique sem água.

2. Não passeie com o animal nos horários quentes do dia. Além do calor, ele pode queimar as patas no piso. Leve-o para a rua em momentos mais frescos (início e final da tarde) e ande em lugares sombreados.

3. JAMAIS deixe o cão preso dentro do carro, mesmo se os vidros ficarem semi abertos. O animal pode superaquecer e passar mal.

4. Não use focinheiras fechadas para passear com o cachorro. Se tiver que utilizá-las, opte por modelos arejados que permitam que o cão fique com a boca aberta em seu interior.

5. Se a raça de seu cão pode ser tosada, diminua bastante a pelagem dele durante o verão. Nessa hora é mais importante o bem-estar de seu animal do que a beleza.

6. Quem mora em regiões quentes nunca deve optar por raças adaptadas ao inverno (Husky siberiano, Malamute do alaska, Bernese, etc..). Mas se já fez essa escolha, seu cão pode necessitar de ar-condicionado ou ventilador no verão para suportar o calor, caso esteja extremamente ofegante. Aqui não se trata de "cuidar de bicho como gente" e sim adequar a temperatura ambiente àquela que o animal possa suportar.

7. Observe que o local onde o cachorro fica tenha sempre uma parte sombreada durante o dia, independente da casinha de cachorro. Esta é um local extremamente quente para o cão ficar sob o sol.

8. Atenção especial para cães que adoram a água, como os labradores. Eles podem entrar em piscinas para se refrescarem e não conseguirem sair depois, o que causa afogamento.

9. Se o seu cão estiver extremamente ofegante num dia quente, dê um banho frio para diminuir sua temperatura. Ou molhe seu corpo para refrescá-lo.

10. No caso das aves, deixe uma vasilha rasa com água, para que o pássaro possa tomar banho e se refrescar. A gaiola deve ficar sempre à sombra.

11. Pequenos roedores como hamsters podem sentir muito calor no verão. Deixe a gaiola num local fresco, sombreado e arejado durante o dia.

Os sinais que nos mostram que o animal está com muito calor são bem fáceis de observar: boca aberta e respiração ofegante, deitar-se em locais com piso frio com as patas traseiras abertas, beber muita água (nos dias quentes) e procurar sempre a sombra. Garanta que o verão seja uma época agradável para o seu melhor amigo.

Fonte..:: Webanimal

(planeta animal)




sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Notícias de Biologia 25 out 2013

III Curso de Verão em Biologia Celular e do Desenvolvimento
Data: 13 a 24 de janeiro de 2014
Realização: Instituto de Ciências Biomédicas da USP
Gratuito e com carga horário de 60 horas/atividades. O período de inscrições até 14/11/13. 
Informações: http://bcdicbusp.wix.com/bcdicbusp

Inscrições Abertas para a Bolsa Prince Bernhard - 2014
A bolsa é oferecida pela Rede WWF com o objetivo de prover suporte financeiro para treinamentos e estudos em conservação ambiental.

O WWF trabalha constantemente por um futuro em que as pessoas vivam em harmonia com a natureza. Grande parte desse futuro depende da contribuição de jovens talentos que já trabalham em defesa do planeta no desenvolvimento de projetos de conservação. Para incentivar a atuação e o desenvolvimento destas iniciativas, foi criada a Bolsa Prince Bernhard.

Podem se candidatar estudantes e profissionais em conservação da África, Ásia/Pacífico, Leste Europeu, Oriente Médio, América Latina, Caribe e região do Mediterrâneo.

O recurso é válido apenas para cursos especializados em conservação ou áreas correlatas com término previsto para o período compreendido entre 1º de julho de 2014 e 30 de junho de 2015. O valor da bolsa é de até 10.000 francos suíços.

As inscrições para o próximo período de seleção da bolsa terminam em 11 de janeiro de 2014.

Para se candidatar, acesse e preencha o formulário (em inglês) ao lado e encaminhe com os documentos solicitados para lep@wwf.org.br em formato *.pdf.
Confira mais detalhes em: www.panda.org/scholarships
Qualquer dúvida, entre em contato pelo email: lep@wwf.org.br.

Cientistas encontram primeiro crustáceo venenoso
Cientistas encontraram o primeiro crustáceo venenoso, uma criatura que parece uma centopeia e vive em cavernas submarinas no Caribe, nas Ilhas Canárias, e na costa oeste da Austrália, e se alimenta de outros crustáceos. 

A espécie cega usa um composto que derrete suas presas, semelhante ao veneno da cobra cascavel. O veneno contém um coquetel complexo de toxinas, incluindo enzimas e um agente paralisante. 

A descoberta foi divulgada na publicação científica "Molecular Biology and Evolution". 

O crustáceo rompe os tecidos do corpo da presa com seu veneno e suga o líquido de seu exoesqueleto. 

"Eles têm pernas robustas e preênseis, que lembram agulhas hipodérmicas" disse à Ronald Jenner, coautor do estudo e zoologista no Museu de História Natural de Londres. 

"As pontas das pernas são ocas e têm uma abertura, como nas agulhas. Essas pernas contém um reservatório de veneno rodeado por músculos. Acreditamos que quando esses músculos se contraem, o veneno é empurrado e injetado na presa." 

"Os resultados desse estudo ajudam a melhorar a nossa compreensão sobre a evolução dos venenos dos animais", disse Jenner. 

"Essa técnica de se alimentar, semelhante a de uma aranha, é única entre crustáceos. Esse veneno é claramente uma forma de adaptação para essa espécie cega que vive em cavernas pobres em nutrientes." 
O grupo dos crustáceos é bastante numeroso e faz parte do filo de animais invertebrados artrópodes. Entre os crustáceos estão o camarão, a lagosta e o caranguejo. 

A maioria vive na água, mas alguns, como o oniscídea, ou tatu-bola como é conhecido popularmente, vivem na terra. 

Bjoern von Reumont, também do Museu de História Natural, comentou: "Esta é a primeira vez que vimos veneno sendo usado em crustáceos, e o estudo adiciona um novo grupo importante para a lista de animais peçonhentos". 

"Venenos são especialmente comuns em três dos quatro principais grupos de artrópodes, como insetos. Crustáceos, no entanto, são uma notável exceção à regra." 

"Apesar da variedade, até hoje não se conhecia nenhuma das cerca de 70 mil espécies descritas de crustáceos como sendo venenosa", disse von Reumont. 

Doutorado 2014 do Programa Fiocruz/Capes
Serão encerradas no dia 07 de novembro, as inscrições para o curso de doutorado do Programa Fiocruz-Capes de Apoio ao Plano Brasil Sem Miséria (Doutorado PPGICS/BSM). Estão sendo oferecidas seis (6) vagas.

O programa está organizado na área de concentração "Configurações e Dinâmicas da Informação e da Comunicação em Saúde" e duas linhas de pesquisa: "Informação, Comunicação e Inovação em Saúde" e "Informação, Comunicação e Mediações em Saúde".

Para a avaliação das candidaturas, a referência básica é constituída do escopo da área e das linhas de pesquisa, articulado aos objetivos do Programa Fiocruz-Capes de apoio ao Plano Brasil sem Miséria.
Para ingresso na turma de doutorado de 2014, as inscrições deverão ser feitas pela Plataforma SIGA (www.sigass.fiocruz.br), seguindo os links: inscrição > Informação e Comunicação em Saúde - Icict > Iniciar inscrição> Curso: Informação e Comunicação em Saúde - Doutorado.

Pesquisadores obtêm pela primera vez células-tronco de clone humano
Uma equipe de cientistas de Oregon, nos EUA, anunciou em 15/10, que conseguiu reprogramar células da pele humana para que atuem como células-tronco, o que pode abrir caminho para a clonagem com fins terapêuticos de órgãos humanos. Com grandes implicações, o feito suscitou reações imediatas, tanto da comunidade científica favorável como da Igreja Católica e de outros opositores da clonagem humana, que repudiaram o experimento.

Os cientistas acreditam que as células-tronco poderiam ser usadas para substituir as células danificadas por doenças ou lesões, e para tratar males como o Parkinson, a esclerose múltipla, as doenças cardíacas e as lesões na medula espinhal. A equipe, que publicou suas conclusões na revista científica "Cell", é integrada por especialistas da Universidade de Saúde e Ciência de Oregon (EUA), que tem como chefe de pesquisa Shoukhrat Mitalipov, cientista que conseguiu em 2007 a conversão das células da pele de macacos em células-tronco. 

A técnica usada por Mitalipov e seus colaboradores é uma variações de um método comumente usado, chamado transferência nuclear de célula somática, que consiste no transplante do núcleo de uma célula de um indivíduo para o óvulo do qual se tenha retirado seu material genético. "Estas células-tronco obtidas por esta técnica têm demostrado sua capacidade para se diferenciar como células-tronco embrionárias normais em diferentes tipos de células, nervosas, hepáticas e cardíacas", explicou o doutor Mitalipov.

Desde o nascimento em 1996 no Reino Unido da ovelha Dolly, o primeiro animal clonado, os pesquisadores já conseguiram clonar 20 espécies diferentes, entre cabras, vacas e coelhos, ainda que nunca tenha feita clones de macacos e primatas,cuja biologia de reprodução é mais complexa.

Fonte..:: Newsletter CRBio1 24-10-2013, por email

(papo de biologia)





sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Expo Gatos 2013 - São Vicente/SP


Horários..:: 10h00 às 18h00.

Fonte..:: Andressa Carreira Luzirão - Assessoria de Imprensa, por email.

(planeta animal)



segunda-feira, 22 de julho de 2013

Os Animais e Seus Rastros..


(recicle suas idéias, papo de biologia, planeta animal)



quinta-feira, 20 de junho de 2013

Arraiá do MEABS - 22 junho 2013 - Santos/SP


Maiores informações..:: esperancaanimalbaixada@gmail.com 

Fonte..:: Equipe MEABS, por email

(evento_programação,planeta animal)





sexta-feira, 17 de maio de 2013

Polêmica sobre extermínio dos saguis divide especialistas


Por..:: Emanuel Alencar e Érica Magni


Polêmica sobre extermínio dos saguis divide especialistas. Introduzidos para venda ilegal nos estados do Sul e do Sudeste, eles proliferaram e agora ameaçam acabar com espécies nativas de aves e mamíferos

Reproduzem-se sem controle, vivendo em árvores urbanas Mônica Imbuzeiro / Mônica Imbuzeiro


Irrequietos, com tufos de pelos brancos ou negros ao redor das pequenas orelhas, eles chegaram devagarinho e, aos poucos, foram conquistando os cariocas. Cobiçados nos anos 1970 e 80 no mercado ilegal de animais silvestres, os saguis de tufos-brancos (Callithrix jacchus) e de tufos-pretos (Callithrix penicillata), ambos popularmente conhecidos como micos-estrela, são originários das regiões Nordeste e Centro-Oeste. Eles se espalharam pelo Rio de Janeiro e por outros estados do Sudeste e do Sul do país levados pelo homem. Décadas após sua introdução, a população explodiu e ameaça a sobrevivência das espécies nativas. Agora, especialistas defendem a erradicação dos bichos e causam polêmica.

— Como qualquer espécie invasora, os micos proliferam sem controle natural e substituem populações nativas, no Rio e em numerosos lugares ao longo da costa brasileira — diz a engenheira florestal Sílvia Ziller, coordenadora do Programa de Espécies Exóticas Invasoras da ONG The Nature Conservancy para a América do Sul.

Vorazes comedores de ovos, os Callithrix põem em risco espécies ameaçadas de extinção, como o formigueiro-do-litoral, ave típica das restingas fluminenses, que integra a lista dos pássaros mais raros do planeta.

Mesmo com todos os problemas identificados, nenhuma ação governamental foi definida para conter o avanço da população de micos invasores.

— O drama é mais do que claro quando se trata da biodiversidade ameaçada. Porém, a solução é complexa. Não há estudos. As instituições que já deveriam estar trabalhando não têm recursos. Não há pessoal capacitado para atender à demanda— diz Leandro Jerusalinsky, coordenador do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros, do Instituto Chico Mendes.

O biólogo ressalta a importância da reflexão sobre o tráfico de animais, já que os micos chegaram através das mãos dos homens para serem vendidos como bichos de estimação.

— Numa visão da conservação com base em fundamentação científica, nunca ouvi opinião contrária à erradicação das espécies invasoras. Como isto seria feito? — questiona.

A Lei de Crimes Ambientais abre espaço para a possibilidade de extermínio do animal em seu artigo 37. Não é crime eliminar espécies consideradas nocivas, desde que sejam classificadas dessa forma por órgãos competentes. Mas, como não há pesquisas suficientes sobre o impacto causado pelos micos, a polêmica pode durar anos.

André Ilha, diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), observa que os saguis também representam risco para os micos-leões-dourados (Leontopithecus rosalia) e outros primatas. Por terem contato prolongado com o homem, eles podem levar para a floresta doenças humanas. E também são uma potencial ameaça à saúde humana por levarem para as cidades microrganismos silvestres. Exemplos são o vírus da herpes, fatal para micos e macacos, e a transmissão do vírus da raiva para seres humanos.

— Já começamos a transferência do mico-leão-de-cara-dourada, invasor da Serra da Tiririca, para seu habitat de origem, o Sul da Bahia. Demos prioridade a este projeto, mas os micos-estrela estão na lista. Não sabemos se isto irá envolver o sacrifício do animal — diz.

Além disso, Ilha garante que as experiências de transferência e controle populacional feitas com outras espécies ajudarão a encontrar soluções para os micos-estrela e ainda na reintrodução dos micos-leões-dourados nas matas do Rio de Janeiro.

— A questão dos invasores de fato é muito urgente, pois só poderemos começar a reintroduzir os micos-leões-dourados na Mata Atlântica do Rio quando o território estiver livre para eles, isto é, sem os micos-estrela. O mico-leão é mais pacato. O estrela é agressivo. Numa disputa natural, o mico-leão perderia o espaço. Sem contar o risco de hibridização e perda de diversidade genética — diz lha.

Atualmente, o Laboratório de Ecologia de Mamíferos da Uerj castra quimicamente os saguis machos. O processo é o mais rápido, mas não o mais eficiente, diz Helena Bergallo, pesquisadora responsável pelo trabalho.

—Injetamos uma química para que o macho não reproduza. Esse processo é mais barato, porque não precisamos colocar o bicho em quarentena, prescindindo de uma estrutura de cativeiro para o acompanhamento das cirurgias. Se deixarmos de castrar um macho apenas, ele copula e todo o trabalho é perdido — explica.

Fonte..:: O Globo

(papo de biologia)





sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Papo de Biologia: Macaco BUGIO (Alouatta fusca)


Características - primata também conhecido como barbado ou guariba. Caracteriza-se pelo grande desenvolvimento do osso hióide que funciona como caixa de ressonância para a emissão de um som típico da espécie, conhecido como ronco do bugio. São animais corpulentos, porém muito vivos, ativos e rápidos. A cabeça é maciça, o queixo barbado, principalmente nos machos velhos, cujo pescoço se avoluma em demasia pelo grande desenvolvimento do osso hióide. O macho normalmente é ruivo tendendo para o preto e a fêmea amarelo-escura tendendo para o preto. A cauda, normalmente, faz o papel da quinta mão para se locomover de forma segura entre os galhos das árvores. Podem viver aproximadamente 20 anos. 

Habitat - floresta 

Ocorrência - Brasil e parte da Argentina 

Hábitos - vivem em bandos de aproximadamente 12 indivíduos, liderados pelo macho mais velho, denominado de capelão. Pela manhã ou no final da tarde, quando o tempo está para mudas, põem-se a uivar ou roncar, todos juntos no topo de uma grande árvore. Acredita-se que o ronco do bugio anuncia a chegada da chuva. Quando perseguidos, muitas vezes, em vez de fugir, procuram esconder-se entre a folhagem dos galhos mais altos. 

Alimentação - folhas, brotos e frutos. Arborícola herbívoro 

Reprodução - gestação de 180 a 194 dias. 

Ameaças - ameaçado de extinção pela caça e destruição do habitat. 

Fonte..:: VivaTerra

(papo de biologia, planeta animal)


quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Papo de Biologia: ANTA (Tapirus terrestris)


Características - é o maior mamífero terrestre da fauna brasileira. Pode atingir até 2,0 m de comprimento e mais de 1,0 m de altura, chegando a pesar 300 Kg. O macho, geralmente, é menor do que a fêmea. Pode viver 35 anos. Possui uma pequena tromba móvel na ponta do focinho e uma cauda curta, além de 04 unhas nas patas dianteiras e 03 nas traseiras. O jovem apresenta listras e manchas claras e coloração parda avermelhada. À medida que envelhece, sua coloração vai ficando marrom escura e uniforme pelo corpo. Sua visão é fraca, mas a audição e o olfato são muito apurados. Seus meios de percepção, baseiam-se em odores e sinais acústicos. S ão animais muito fortes. 

Habitat - matas de galeria, florestas, pantanal e cerrado. 

Ocorrência - toda a América do Sul a leste da Cordilheira dos Andes. 

Hábitos - é animal de hábitos noturnos. Durante o dia, a anta fica escondida na floresta. À noite, deixa o esconderijo para pastar. Suas pegadas, difíceis de serem confundidas, podem ser vistas logo ao amanhecer  nas trilhas abertas na floresta, nas margens dos rios e até no fundo das lagoas. Nada muito bem e procura a água para fugir de seus predadores ou livrar-se de parasitas como os carrapatos e moscas. Vive em ambientes úmidos e estabelece seu território sempre próximo da água. Animais de hábitos solitários, são encontrados acompanhados apenas durante a época de acasalamento ou durante a amamentação. Os machos urinam regularmente nos mesmos locais, talvez para mostrar aos outros indivíduos da mesma espécie sua presença no local. A anta possui glândulas faciais usadas para deixar rastro de cheiro. Quando surpreendida ou ameaçada, ela mergulha na água ou se esconde entre arbustos fechados. É capaz de galopar, derrubando pequenas árvores e arbustos, fazendo muito barulho, além de nadar e escalar terrenos íngremes muito bem. Entre as vocalizações emitidas pela anta, incluem-se o guincho estridente, usado para demonstrar medo, dor e apaziguamento; o estalido que pode ser usado para identificar indivíduos da mesma espécie e o bufo que significa agressão. 

Alimentação - frutas silvestres, raízes, algumas sementes, folhas novas, caules, brotos, pequenos ramos, grama, plantas aquáticas, cascas de árvores, organismos aquáticos e pastam inclusive sobre plantações de cana, melão, cacau, arroz e milho. 

Reprodução - a gestação dura entre 390 e 400 dias, nascendo apenas um filhote pesando em torno de 4 Kg, com o pelo cheio de manchas e riscas brancas. Durante o acasalamento, os machos atraem as fêmeas com assobios estridentes. A cópula pode ocorrer tanto dentro quanto fora da água. O casal se separa após isso. O filhote é amamentado até quando a mãe estiver lactando. Em um ano e meio já está crescido e com a aparência dos adultos. 

Predadores naturais - a onça é o seu principal inimigo natural. Ainda entre os predadores estão o homem e a sucuri. 

Ameaças - população está aos poucos diminuindo, devido à caça predatória e à destruição de seu ambiente natural.

Fonte..:: VivaTerra

(planeta animal, papo de biologia)





quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Ave FALCÃO PEREGRINO - Falco peregrinus

Características - ave de rapina que atinge até 50 centímetros de altura e 1,20 metro de envergadura, sendo que a fêmea é maior que o macho. Trata-se do maior dos falcões encontrados no Brasil, onde surge como ave de arribação vinda da América do Norte. A parte superior é cinza-azulada, e a inferior, branca barrada de preto. As asas são longas e pontiagudas. Os falcões em geral são considerados os voadores mais elegantes que se conhece. O peregrino, especialmente, é o mais rápido dos pássaros, podendo atingir 180 quilômetros por hora. Há quem diga que, quando mergulha para capturar a caça, chega a 300 quilômetros por hora. Tem uma visão apuradíssima, avistando sua presa a 1 quilômetro e meio de distância.
 
Habitat - extremamente variável, reproduzindo-se em regiões tropicais, zonas frias, desertos etc.  

Ocorrência - é extremamente cosmopolita, sendo encontrado em todos os continentes, exceto na Antártida.
 
Hábitos - com vôo elegante e muito rápido, ele migra todos os anos do Hemisfério Norte para regiões mais quentes e é visitante habitual das cidades brasileiras. Aqueles que vivem em zonas temperadas do Hemisfério Norte e no Ártico migram para o Sul nas épocas frias. As subespécies européias e asiáticas deslocam-se para a África, Sul da Ásia e Indonésia. As norte-americanas vêm para a América do Sul. Os falcões peregrinos nativos de latitudes médias e do Hemisfério Sul são sedentários. Os migratórios costumam escolher sempre os mesmos lugares para passar a temporada de inverno. 

Alimentação - comem principalmente aves em vôo e morcegos. Na cidade, o prato predileto são os pombos. Usa as poderosas garras para aprisionar as vítimas.
 
Reprodução - são aves solitárias que se encontram somente para o acasalamento. Os ovos eclodem em cerca de um mês e os filhotes passam dois meses dependentes da mãe, antes de partirem para o mundo. Aos 2 anos, tornam-se maduros sexualmente.
 
Ameaças - pode ser domesticado e usado para caça, como já o faziam os imperadores persas e árabes na Antiguidade. Ainda hoje, a prática é tida como um esporte caro na Europa. O animal é levado ao campo com um capuz, que é retirado no momento de voar em busca da presa. No Egito antigo, Horus, o Deus do céu, era representado por um falcão, muito provavelmente o peregrino. Acreditava-se que os olhos de Horus tinham o poder de dar saúde, o que fazia dele um popular amuleto. Está extinto em algumas regiões do planeta. A caça e a contaminação por agrotóxicos são as principais ameaças. Carnívoro e ocupando o topo da cadeia alimentar, o falcão não é contaminado diretamente pelos pesticidas. Ele se alimenta de aves que se alimentaram de insetos contaminados. Acaba também envenenado. A conseqüência é o enfraquecimento da calcificação dos ovos fazendo com que estes se quebrem facilmente no ninho durante a incubação. Com a proibição do uso do DDT em 1972 nos Estados Unidos, a população dos falcões e de outras aves voltou a aumentar. O trabalho das organizações de proteção aos animais silvestres também trouxe grande contribuição para a não extinção da espécie.

Fonte..:: VivaTerra

(papo de biologia)

 

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Zoonoses de São Vicente Disponibiliza Animais para Adoção - Não compre, Adote!!!

Por mês, cerca de 100 a 120 animais chegam ao local. Equipamento promove periodicamente feiras para doação e oferece serviços veterinários

Um lar e carinho. Cerca de 40 cães e gatos, entre filhotes e adultos, aguardam no Departamento de Zoonoses de São Vicente (Dezoon) para ganharem um dono. A Zoonose (Rua Catalão, 530 - Vila Voturuá) atende animais que sofreram abandono ou maus tratos e tem como trabalho cuidar deles, oferecendo tratamento veterinário, castração, alimentação e vacina contra raiva. Assim que recuperados, a equipe se empenha em achar um lar que ofereça todo amor e carinho que estes animais precisam.
 
Segundo o chefe de departamento, Márcio Pôntes, por mês o local recebe uma média de 100 a 120 animais. “O maior tempo que um animal ficou para ser adotado foi um ano e meio, em média eles costumam ser adotados de um a dois meses”, diz o veterinário.
 
Os interessados em adotar um animal, devem comparecer a Zoonoses, ser maior de 18 anos e apresentar um documento de identificação (RG), comprovante de residência e assinar um termo de compromisso de doação do animal. Vale lembrar que é preciso ter certeza da escolha para que o animal não sofra mais um abandono.
 
A Zoonose funciona de segunda a sexta-feira das 8 às 12 horas e das 13 às 17 horas e disponibiliza visitas para adoção. Além disso, aos sábados e domingos acontece a Feira de Animais que ocorrem sempre a partir 12h30 às 15h30. Nesta feira, alguns animais ficam à disposição em uma barraca em frente à própria unidade, e os visitantes que preferirem ver os outros animais são encaminhados para visitação à unidade.
 
Serviços - Além das doações de animais, a Zoonoses oferece outros serviços, como a castração, onde por mês, cerca de 320 animais são operados mediante agendamento. Além de consultas, que ocorrem sempre no período matutino, o departamento disponibiliza um veterinário para atendimento gratuito aos animais de estimação. Diariamente são realizadas dez consultas por ordem de chegada.
 
Entre as medidas também possui a desratização, onde periodicamente o departamento impede a proliferação de ratos em vias públicas. E o projeto contra maus tratos, que por meio de solicitações de munícipes, a Promotoria Pública e União Protetora dos Animais, encaminham a denuncia ao Dezoon, onde é realizada uma visita para pericia sobre o caso.


(recicle suas idéias, planeta animal)

terça-feira, 3 de julho de 2012

Planeta Criança: Dicas para uma Casa Segura

Para uma criança, a casa é seu mundo e, assim como lá fora, pode guardar alguns perigos. Por isso, algumas medidas simples, desde o nascimento, podem evitar acidentes domésticos e alguns sustos para os pais e responsáveis.

Segundo Carlos Roberto Nogueira dos Santos, pediatra e presidente da Unimed Limeira, dentre estes incidentes mais comuns estão a ingestão de moedas e de pequenos objetos que ficam a seu alcance ou ainda a colocação deles nas narinas ou orelhas. Queimaduras também são recorrentes nas cozinhas ou em tomadas e os pisos úmidos ou molhados acarretam quedas ou traumas.

Outro alerta feito pelo pediatra é com relação a cães e gatos, que podem morder os pequenos. “As crianças não têm noção do perigo, apertam, puxam, sobem em cima, e o animal responde instintivamente, podendo machucar”, detalha.

Blindar sua casa de pequenos perigos deve começar a partir do sexto mês de vida do bebê, quando ele começa a engatinhar e passa a explorar toda a casa. “Devemos retirar enfeites pequenos, tampar tomadas, proteger quinas e fixar melhor os tapetes”, indica.

Outra medida é “travar” as portas, que podem fechar na mão da criança com o vento ou por ela própria. Para isso, existem no mercado os “protetores de dedos” que evitam o completo fechamento. Nesta fase também é importante retirar produtos de limpeza, bebidas alcoólicas, entre outros materiais, dos armários e gavetas mais baixos e protegê-los com travas disponíveis em lojas especializadas em artigos para bebês.

Sobre a cozinha, o pediatra é categórico: “não é lugar de criança”. Uma forma de evitar seu acesso ao local é por meio daquelas grades ou pequenos portões que são instalados nas portas. O acessório deve ser adotado também em escadas, evitando assim que ela se desequilibre e caia.

Por sua vez, o banheiro exige cuidado extra, segundo o especialista. “A criança gosta de explorar e é comum beberem água do vaso sanitário, brincarem com papel higiênico limpo ou o que está no cesto de lixo”, esclarece.

Nos quartos e salas é importante instalar redes nas janelas, principalmente, quem mora em apartamento. Nestes espaços, o pediatra alerta ainda para não se deixar pequenos objetos ao alcance das crianças. “As cadeiras leves também devem ser tiradas dos locais por onde elas circulam, pois tendem a usar móveis como apoio para ficar em pé”, alerta.

Conforme o pequeno vai crescendo, é importante educá-lo para os perigos domésticos. Lembrando-o sobre o cuidado necessário com janelas, piscinas, fogão, escadas, garagens, entre outros e a importância de se ter um adulto sempre por perto para ajudá-lo a se defender.

Fonte: Unimed Santos

(planeta criança)


terça-feira, 26 de junho de 2012

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Planeta Criança: Homeopatia para Crianças

Mais do que controlar os sintomas, o pediatra homeopata trata os desequilíbrios orgânicos, emocionais e psíquicos que causam as doenças

 Créditos imagem..:: Getty Images

Parece complicado imaginar que um remédio capaz de provocar determinados sintomas em uma pessoa sadia pode estimular seu organismo a combater uma doença que apresenta as mesmas manifestações. Mas, este princípio dos semelhantes – ou similitude – base da homeopatia criada há mais de 200 anos pelo médico alemão Samuel Hahnemann (1755-1843) –  chega a ser fácil de entender. “Baseada no princípio dos contrários, a alopatia neutraliza os sinais da doença com o uso de anti-inflamatórios contra a inflamação, de antidepressivo para acabar com a depressão e de antiácido para atacar a acidez. Já a homeopatia cura ao estimular o organismo a combater uma doença”, compara o médico Marcus Zulian Teixeira, professor e coordenador da disciplina Fundamentos da Homeopatia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). 

Na prática, isso significa que o pediatra homeopata pode prescrever medicação à base de café para tratar um bebê de um ano, muito sensível a barulhos, que acorda à noite com muita frequência, sempre chorando. “Como o café tira o sono de quem o ingere à noite, é sempre indicado para pessoas que precisam ficar acordadas. Mas, quando preparado homeopaticamente diminui a insônia”, explica Sergio Eiji Furuta, diretor da Associação Médica Homeopática Brasileira e da Associação Paulista de Homeopatia, que se dedica a pesquisar o tema na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Especialidade reconhecida no país há mais de 30 anos pelo Conselho Federal de Medicina e pela Associação Médica Brasileira, oferecida inclusive em alguns ambulatórios mantidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a homeopatia é, ao mesmo tempo, alvo de ceticismo e alternativa terapêutica – e não terapêutica alternativa – interessante para muitos que não encontraram na medicina convencional a solução para problemas como enurese noturna, medos e fobias, episódios repetidos de infecções, alergias e distúrbios de comportamento e do sono, entre outros.  

“A homeopatia é um meio suave para o restabelecimento da saúde, que utiliza a capacidade de reorganização do nosso organismo ao estimular a sua energia vital, responsável pela vida e pelo equilíbrio orgânico”, afirma a pediatra Rosana Mara Ceribelli Nechar, vice-presidente da regional sul da Associação Médica Homeopática Brasileira, no Paraná. “A pediatria homeopática proporciona à criança menor suscetibilidade a doenças comuns, como gripes, otites, faringites, sinusites, amigdalites, laringites, bronquites e outras ´ites´ que, quando surgem repetidamente, sinalizam o enfraquecimento da energia vital. Como é um ser em desenvolvimento, a criança pode ter todas as suas potencialidades estimuladas e crescer de forma saudável e menos suscetível a doenças”.

Como é a consulta?
Embora outras substâncias estejam em testes atualmente, os homeopatas utilizam remédios obtidos geralmente a partir de vegetais, minerais e animais. Como na farmacologia alopática, na homeopática são analisadas as reações em um grande grupo de indivíduos saudáveis à substância testada. Depois de observados, os sintomas físicos, orgânicos, psíquicos e emocionais são catalogados. Atualmente existem 3 mil medicamentos homeopáticos que esses especialistas podem prescrever para pacientes de todas as idades. No entanto, saber exatamente quais são os mais indicados em determinados casos depende da profundidade do conhecimento das características de seu paciente.

Os especialistas afirmam que a manifestação clínica de toda doença tem que ser abordada também do ponto de vista emocional e psíquico. E lembram, para validar suas convicções, que a gripe, cujo vírus já pode até estar alojado na garganta, se manifesta sempre numa situação de estresse. É por isso que o tempo de uma consulta pode chegar a duas horas, momento em que o médico estuda a maneira de ser, de sofrer e de adoecer de seu paciente, tenha ele a idade que tiver. E se o paciente tiver poucos dias, poucas semanas de vida, os relatos precisos e detalhados da mãe são fundamentais. Consultas de retorno também podem levar mais de uma hora nos casos em que a resposta ao tratamento não é a esperada. “O homeopata tem que reformular suas hipóteses, ajustar o remédio. Às vezes tem que perguntar tudo novamente”, aponta Marcus Zulian Teixeira. Como os alopatas, os homeopatas também solicitam exames laboratoriais e de imagem sempre que necessário para diagnosticar alguma doença.

Medicamentos individualizados
Tão fundamental quanto o princípio da semelhança é a individualização do remédio homeopático. Nessa perspectiva, entre as centenas de medicamentos para tratar uma rinite alérgica, por exemplo, deverá ser escolhido aquele que combine o perfil orgânico, emocional e psíquico do paciente e as características de sua rinite – maior ou menor congestão nasal, mais ou menos espirros, coceiras intensas ou não. Afinal, não é a doença que é tratada e sim o indivíduo como um todo. É por isso, aliás, que remédios tidos como homeopáticos, vendidos prontos em algumas farmácias, não têm a mesma eficácia. Sua qualidade depende de muitos fatores, como o laboratório fabricante, a composição e, principalmente, a indicação adequada.

Não existe versão ‘pediátrica’ entre os homeopáticos. São prescritos para as crianças os mesmos receitados para os adultos, em forma de gotas ou glóbulos feitos com lactose. Cerca de 70% dos medicamentos são de origem vegetal e os outros 30% de origem mineral ou animal. Na farmácia, plantas, pedras e fragmentos animais são triturados, macerados e diluídos em 99 partes de uma solução alcoólica que é agitada cem vezes. Em seguida, essa substância é novamente diluída em outras 99 partes de água e álcool e agitada. As diluições vão se repetindo conforme a potência desejada para o remédio. Quanto mais diluída, é considerada mais potente. “Alguns remédios são preparados a partir de plantas venenosas ou de metais tóxicos, como o mercúrio, que graças à ultradiluição perdem a característica nociva”, garante Teixeira. A partir da décima segunda diluição já não há mais a presença de resíduos da substância ativa, o que respalda os críticos da homeopatia. Segundo muitos, o remédio não passa de água pura. No entanto, segundo os homeopatas, é a física, e não a química, que explica o efeito do remédio. Os movimentos da dinamização, que podem passar de 1 000 em algumas formulações, alteram as moléculas da água que passam a preservar apenas a ‘informação’ do princípio ativo que vai reorganizar o organismo.

Ainda não se pode dizer que esse mecanismo tenha sido confirmado cientificamente, mas, diga-se de passagem, a alteração molecular da água foi confirmada nos Estados Unidos em 1998. Ao pesquisar o comportamento das moléculas da água, um cientista do Instituto de Tecnologia da Califórnia, Shui Yin Lo, constatou que tais moléculas, normalmente espalhadas desordenadamente,  adquiriram a forma de ‘cachos’, com campo elétrico singular, adesão firme a superfícies e que se replicavam a cada nova diluição mesmo quando já não havia mais sinais da substância adicionada no começo do experimento. Há 10 anos, outro estudo, na Universidade da Califórnia, constatou que a tal água com cachos moleculares seria mesmo capaz de estimular células do sistema imunológico, em tubos de ensaio, até 100 vezes mais do que água pura.

Pode vacinar?
Entre tantos preconceitos e dúvidas que envolvem a homeopatia, há um boato antigo segundo o qual homeopatas contra-indicam vacinas para as crianças. Mas não é bem assim. Sendo a homeopatia uma das 53 especialidades médicas reconhecidas pelo Conselho Federal de Medicina e o pediatra homeopata um médico, ele deve seguir todas as normas legais vigentes no país, inclusive cumprir a rotina de vacinação estabelecida pelo Ministério da Saúde. “Suponhamos que um médico pediatra, homeopata ou alopata, seja contra a vacina de poliomielite e o seu pequeno paciente contraia a doença, ficando com as sequelas para a vida toda. Provavelmente será processado pela família e o Conselho Federal de Medicina tomará todas as medidas cabíveis”, destaca Furuta. “Como médico brasileiro, eu recomendo aos meus pacientes todas as vacinas do calendário nacional”.

A homeopata Rosana Nechar afirma que há indícios de que o início precoce da estimulação imunológica nos bebês esteja relacionado ao aumento da incidência das alergias, o que traz como consequências maior frequência de reações alérgicas do que há alguns anos.  “Mas não há dúvida de que as vacinas fazem parte de um avanço na história da medicina e na profilaxia de doenças graves”, afirma.

E as vitaminas?
Os pediatras costumam dizer que as melhores vitaminas estão nas feiras e não nas farmácias. Ou seja, nos alimentos bem escolhidos, como frutas, verduras e legumes. Mas quando o complemento vitamínico se faz necessário, o pediatra homeopata também o indica. “Se, excepcionalmente, alguma criança apresentar uma doença grave pela falta de determinada vitamina, necessitando de doses altas que não poderiam ser repostas pelos alimentos, o médico homeopata deve receitar a melhor suplementação disponível no mercado farmacêutico”, explica Sergio Eiji Furuta.

Acompanhamento
A primeira visita ao pediatra pode ocorrer logo nos primeiros dias após o nascimento, quando a mãe já começa a notar como o bebê se manifesta na hora da fome, do choro, ao reagir a estímulos sonoros e também a sua sensibilidade térmica – se é friorento ou calorento, entre outras características de interesse para o tratamento homeopático. “Nas primeiras semanas de vida o bebê frequentemente tem as chamadas cólicas do primeiro trimestre, que podem ser aliviadas com remédios homeopáticos”, afirma Furuta. Infelizmente, segundo o especialista da Unifesp, a ampla maioria das crianças só é levada a um homeopata quando o tratamento convencional fracassou, a criança está tomando muito antibiótico ou medicamentos contra inflamações, alergias, asma, problemas de pele.

Assim como na pediatria convencional, o acompanhamento homeopático acontece mensalmente no primeiro ano de vida, quando o especialista acompanha também o desenvolvimento do peso e da estatura da criança e orienta a mãe sobre as mudanças que vão sendo introduzidas na dieta do bebê.  Essas consultas acontecem também conforme a criança apresenta as características, que nem sempre sinalizam doenças. Há casos de distúrbios do sono, irritação ou medo do escuro. “Tem bebê que acorda quando se apaga a luz. O escuro o incomoda, traz alguma ansiedade, medo. E isso tudo tem que ser levado em conta”, lembra Marcus Zulian Teixeira.

Segundo os especialistas, a mudança para um pediatra homeopata é possível e tranquila desde que haja motivação, boa vontade e confiança. Uma dica é procurar profissional com título de especialista em Pediatria e Homeopatia reconhecido pela Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina.

Limitações
No tratamento de quadros crônicos, como rinite, alergias e distúrbio de sono, por exemplo, os bons resultados podem surgir em semanas. Mas as avaliações periódicas, fundamentais para ajustes até o remédio correto, podem levar algum tempo. “Essa é uma das limitações da homeopatia. A maioria das pessoas não tem paciência para esperar esse tempo. É imediatista”, aponta Teixeira, que estima que 70% de seus pacientes não prossegue o tratamento por impaciência, retornando aos alopáticos, apesar de todas as reações adversas. “É como diz o provérbio: homeopatia é para quem pode, não para quem quer. Isso, é claro, no sentido de paciência, de querer ser tratado como um todo, sem efeitos colaterais”.

E embora a prática mostre que a homeopática reduz a necessidade de recorrer sempre aos medicamentos alopáticos, inclusive antibióticos, anti-inflamatórios e anti-histamínicos devido à reorganização de todo o sistema orgânico, há limitações. Uma meningite bacteriana, por exemplo, exige diagnóstico rápido e tratamento adequado. “Nos casos de infecção, é importantíssimo o pediatra homeopata entrar com a terapia à base de antibiótico assim que necessário”, diz Furuta. “O homeopata deve conhecer a antibioticoterapia tanto quanto um médico alopata, para não colocar em risco a vida do paciente.”

Apesar das polêmicas, os especialistas são unânimes em relação aos benefícios do tratamento individualizado que equilibra a saúde orgânica e emocional da criança, que tem tudo para torná-la menos suscetível a infecções. “Uma criança tratada desde pequena pela homeopatia adoece menos do ponto de vista orgânico, necessitando pouco dos remédios tradicionais. Também são beneficiadas do ponto de vista emocional. São mais tranquilas, alegres, se socializam com mais facilidade e o desempenho escolar é melhor”, afirma Sergio Eiji Furuta. Sem dúvida, tudo o que os pais buscam para os seus filhos.

Fonte..:: Bebê Abril

(planeta criança, recicle suas idéias)


quarta-feira, 13 de junho de 2012

Morte do Pet: Saiba o que fazer nesta hora

 Créditos imagem..:: Photaki 

Quando um animal de estimação morre, é preciso saber o que fazer com seus restos mortais. A primeira alternativa que vem à mente é a de enterrá-lo no quintal ou em algum terreno baldio. Porém, trata-se de uma atitude prejudicial ao meio ambiente, já que o organismo em decomposição pode contaminar o solo e o lençol freático, transmitindo doenças. 
 
 Se tiver que enterrar o bichinho por conta própria, busque um terreno ou um quintal conhecido, e embrulhe o corpo em um saco plástico bem resistente. Feche hermeticamente.

Outras opções
Clínica Veterinária: leve o animal para a clínica veterinária. O lixo das clínicas é considerado lixo hospitalar. A prefeitura faz o recolhimento e deve levar o material para incineração ou aterro sanitário adequado.

Cemitérios de Animais: eles não estão disponíveis em todas as cidades, mas podem ser boas opções. Vale lembrar que tais empreendimentos devem ter autorização dos órgãos competentes, como prefeituras e CETESB, para funcionar.

Crematórios: Há cidades que possuem crematórios de animais. Ao fim do processo, entregam as cinzas do pet em uma urna, que pode ser deixada no local ou levada pelo dono.

Prefeitura: Procure orientação da prefeitura de sua cidade. Em alguns municípios há o serviço de remoção de animais mortos. Em Santos, você obtém informações pelo tel: 3203-5075, na Coprovida (Coordenadoria de Proteção à Vida Animal).

Fonte..:: Revista Cidade de Santos, junho 2012, edição 8.

Opinião Caiçara..:: O pet lhe deu muitas alegrias e foi seu companheiro por muitos anos, merece total respeito na hora de destinar seus restos mortais. Dê uma destinação correta e respeitosa na despedida de seu amigão!!!

(planeta animal, recicle suas idéias)


 
 

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Projeto Albatroz: Conservando a Biodiversidade Marinha


Apartir do dia 2, sábado, a Pinacoteca Benedicto Calixto recebe uma exposição com 16 fotos que mostram diferentes espécies de albatrozes e sua relação com os pescadores. As imagens foram clicadas por Fabiano Peppes, Dimas Gianuca, Guy Marcovaldi e Luciano Candisani. 

Além dela, os amantes da espécia vão ter mais uma oportunidade. É a “I Mostra Albatroz de Video Socio Ambiental”. No primeiro dia vão ser exibidos filmes de curta duração do “Projeto Albatroz e Tamar”. Já no dia seguinte é a vez do documentário ‘Laje dos Sonhos’, da diretora Raquel Pellegrini

..:: Serviço
Exposição e Mostra sobre Albatroz
Onde: Pinacoteca Benedicto Calixto – Avenida Bartolomeu de Gusmão, 15 – Santos
Quando: a partir de sábado – 2 de junho
Quanto: de graça

Mais informações..:: (13) 3288-2857

Saiba mais sobre o Projeto Albatroz ..::  http://www.projetoalbatroz.org.br/

 (evento_programação, planeta animal, papo de biologia)

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Feira de Adoção - Barueri/SP


Feira de Adoção Anjos dos Bichos

Sábado, 26 de Maio das 10 às 16hs.

Alameda Araguaia, 3207, estacionamento do Posto Shell,
quase em frente ao Shopping Tamboré, Barueri, SP.

Venham conhecer lindos animais e o nosso trabalho.
Todos os animais estão castrados e vacinados.
Ração de cães e gatos, vai ser muito bem vinda.

Seja um "Anjo" e faça a diferença.
Você não pode adotar e quer ajudar?
Seja um padrinho de um dos animais.

Fonte..:: Anjos dos Bichos

(planeta animal, recicle suas idéias)


sábado, 19 de maio de 2012

Noite da Pizza - Em Benefício da Causa Animal - Santos SP


Deliciosa Noite da Pizza, onde a renda dos convites vendidos pelo MEABS, será revertido integralmente ao nosso querido MEABS! Fazemos esse convite delicioso a todos os protetores da causa animal e aos simpatizantes da causa a degustarem conosco maravilhosas pizzas. 

Os seguidores do trabalho do Meabs tem conhecimento da dificil fase financeira que estamos atravessando, custos altos de tratamentos e pagamentos de abrigos/lares temporários além de rações, medicamentos e vacinas. É graças aos eventos que temos sido convidadas a participar (trabalhamos como voluntárias) e da renda obtida através deles que estamos conseguindo, dentro de limites apertadíssimos, quitar dívidas com veterinários, clínicas e abrigos.

O evento será dia 06/06/12 (véspera de feriado, Corpus Christi) no Portuários. 

As vendas são antecipadas, para garantir seu convite por favor mande mensagem (inbox facebook) c/ a quantidade desejada ou pelos fones informados no fim desta mensagem. 

Cada convite custa R$ 30,00 e dará direito a 2 bebidas.

Sua ajuda é de extrema importância para que projetos sociais voltados aos animais da região não esmureçam abandonando o sonho de mudar a realidade dos patudinhos carentes!

 Contamos com sua presença.
 
Contatos em Santos com:
Nadi Santana (13) 9193-7302, Paula (13) 9726-5353, Jennifer (13) 7808-8042

Em São Vicente com:
Juliana – (13) 9113-1168 ou Andressa (11) 8443-3343

Praia Grande com:
 Fabiana (13) 8822-0074 ou Vanessa (13) 9109-2193

Fonte ..:: Equipe Meabs

(recicle suas idéias, evento_programação, planeta animal)

 

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Pássaros Nasceram Livres e Assim Devem Permanecer


Este Tiê-sangue e muitos outros lindos amiguinhos pássaros nos visitam todos os dias. Adoram pousar no pé de limão-cravo e se deliciar com mamão e bananas fresquinhas colocadas especialmente para eles. É lindo poder vê-los sempre livres e felizes, muitas vezes trazendo seus filhotes para serem alimentados perto de nós.
Não precisamos de gaiolas. Eles não são nossos, são da Mãe Natureza...


(planeta animal, recicle suas ideias)


quinta-feira, 12 de abril de 2012

Animal perdido na rua: o que fazer para ajudar?

Por..:: Valmir Storti, do Greenvana

Já aconteceu com você de encontrar um animal perdido na rua? É uma cena relativamente comum nas grandes cidades. Um cão que se perdeu ou foi abandonado pelo dono. É uma situação que requer uma decisão. “Eu vou ajudar?” É crescente o número de pessoas que vêm se movimentando para reduzir o sofrimento de animais sem dono.

O Portal Arca de Noé tem algumas sugestões interessantes. A primeira delas é oferecer água e alimento ao animal perdido, de preferência em um ambiente onde esteja seguro. Se ele demonstrar um comportamento não saudável, é necessário levá-lo a um veterinário e evitar que tenha contato com outros animais. Há protetoras que se aproximam dos animais desconhecidos oferecendo frango cru, mas comida em geral é a melhor forma de se aproximar.



 Créditos imagem..:: Associação Araraquarense de Proteção aos Animais

Então, é melhor procurar saber se o bicho tem um dono que está desesperado à sua procura ou se foi simplesmente abandonado. Providencie uma foto e no computador faça um impresso com a imagem, informando o dia em que foi encontrado, tamanho, cor e deixe um telefone de contato que nem precisa ser o seu. Pode ser o de um pet shop próximo à sua casa, local onde você deixaria também um cartaz, pois certamente será onde um dono passará para saber se alguém falou algo sobre ter encontrado um animal perdido.

Caso não apareça um dono e você queira encontrar um para o cão ou o animal que for, entre em contato com o centro de zoonozes ou uma ONG próximos de onde mora.

Na internet, é possível fazer uma busca por “feira permanente de adoção de animais”. Pode haver uma próxima à sua casa e você nem sabe. Há diversas dessas por aí. Existem também sites como o Cachorro Perdido que oferecem cadastros de achados, perdidos e interessados em adotar um bicho.

Anuncie em redes sociais, pois pode haver alguém que esteja querendo ter um amigo de estimação em casa. Se não houver outro jeito, providencie uma casinha improvisada e mantenha-o como “animal comunitário”, que terá de ser castrado. Mas ele poderá ser um cão “da vizinhança”, mesmo sem ter um lar específico, desde que seja alimentado e bem tratado. Há locais que fazem a castração gratuitamente e é importante manter uma plaquinha de identificação no animal.

Fonte..:: Yahoo

(planeta animal, recicle suas idéias)

Somos Vencedores do Prêmio Top Blog

Somos Vencedores do Prêmio Top Blog
Somos Vencedores do PRÊMIO TOP BLOG (2013/2014). Categoria: VIAGENS E TURISMO.